- Materiais impressosR$ 22 mil12,5%
- Serviços de terceirosR$ 16 mil9,5%
- Serviços de terceirosR$ 7 mil4,0%
- Materiais impressosR$ 6 mil3,5%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 122 mil70,5%
Zé Carlos Elias (José Carlos Elias) disputou 7 eleições entre 1998 e 2014, para deputado federal, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2010; prefeito de Linhares em 2004; deputado federal em 2002 e 1998. A maior votação foi em 1998, para deputado federal por ES: 98.122 votos. Na campanha de 2014 para deputado federal por ES, declarou R$ 173 mil em receitas: R$ 14 mil de outras campanhas, R$ 18 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 141 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 173 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 37 mil), baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 30 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 23 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 299 mil em 2012 (48% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 369 mil em 2010.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de José Carlos Elias em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Zé Carlos Elias declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Linhares (ES) em 2008 e 2012, deputado estadual por Espírito Santo em 2010, e deputado federal por Espírito Santo em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 173 mil em receitas: R$ 14 mil de outras campanhas, R$ 18 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 141 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 173 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 37 mil) e baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 30 mil). Em 2012, 48% dos R$ 299 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2010, R$ 369 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.