Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Simão Jatene (Simão Robison Oliveira Jatene) disputou 3 eleições entre 2002 e 2014, para governador. Ele foi eleito 3 vezes: governador em 2014, 2010 e 2002. A maior votação foi em 2010, para governador por PA: 1.860.799 votos. Na campanha de 2014 para governador por PA, declarou R$ 7 milhões em receitas: R$ 15 mil do Fundo Partidário, R$ 7 milhões de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 5 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 7 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2,2 milhões), publicidade por materiais impressos (R$ 1,3 milhão) e transporte ou deslocamento (R$ 1,1 milhão). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 5,3 milhões.
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Evolução da votação nas eleições
1.745.442 votos em 2014 · 3 eleições
A votação de Simão Robison Oliveira Jatene em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 7 milhões em receitas · R$ 7 milhões em gastos contratados
Simão Jatene declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: governador por Pará em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 7 milhões em receitas: R$ 15 mil do Fundo Partidário, R$ 7 milhões de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 5 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 7 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2,2 milhões) e publicidade por materiais impressos (R$ 1,3 milhão). Em 2010, R$ 5,3 milhões em gastos contratados.
Receitas em 2014R$ 7 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 7 milhõescontratados
Gastos em 2010R$ 5,3 milhõescontratados, campanha encerrada
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 22menos de 0,1%
Outras 1 categoriaR$ 5,3 milhões99,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.