Valéria

Valéria
Valéria Vinagre Pires Franco (nome civil)
3 eleições entre 2002 e 2008 · último partido DEM
39 anos em 2008 · Feminino · Superior completo
Jornalista e Redator

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Valéria (Valéria Vinagre Pires Franco) disputou 3 eleições entre 2002 e 2008, para prefeita e vice-governadora. Ela foi eleita 1 vez: vice-governadora em 2002. Na campanha de 2008 para prefeita em Belém/PA, declarou R$ 6,9 milhões em receitas: R$ 5,8 milhões de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 289 mil de doações privadas (14 doadores), R$ 682 mil de empresas e R$ 126 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6,9 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2,3 milhões), pessoal (R$ 833 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 788 mil).

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Evolução da votação nas eleições

96.954 votos em 2008 · 3 eleições

A votação de Valéria Vinagre Pires Franco em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

GovernadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2008: R$ 6,9 milhões em receitas · R$ 6,9 milhões em gastos contratados

Valéria declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeita em Belém (PA) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 6,9 milhões em receitas: R$ 5,8 milhões de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 289 mil de doações privadas (14 doadores), R$ 682 mil de empresas e R$ 126 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6,9 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2,3 milhões) e pessoal (R$ 833 mil).

Receitas em 2008R$ 6,9 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2008R$ 6,9 milhõescontratados
Campanhas12008

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2008Prefeita, Belém (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6,9 milhões
14 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 84% · pessoas 4% · empresas 10% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 6,9 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2,3 milhões33,1%
  • PessoalR$ 833 mil12,1%
  • Materiais impressosR$ 788 mil11,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 685 mil10,0%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 24 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2,3 milhões33,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleita em 2002

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892