Tarso Genro (Tarso Fernando Herz Genro) disputou 6 eleições entre 1986 e 2014, para governador, prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 2 vezes: governador em 2010; prefeito de Porto Alegre em 2000. A maior votação foi em 2010, para governador por RS: 3.416.460 votos. Na campanha de 2014 para governador por RS, declarou R$ 11,5 milhões em receitas: R$ 6 milhões de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 872 mil de doações privadas (528 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 4,6 milhões de empresas. Os gastos contratados somam R$ 11,3 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 4,5 milhões), serviços de terceiros (R$ 1,1 milhão) e pessoal (R$ 898 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 7,8 milhões.
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Evolução da votação nas eleições
2.005.743 votos em 2014 · 6 eleições
A votação de Tarso Fernando Herz Genro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 11,5 milhões em receitas · R$ 11,3 milhões em gastos contratados
Tarso Genro declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: governador por Rio Grande do Sul em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 11,5 milhões em receitas: R$ 6 milhões de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 872 mil de doações privadas (528 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 4,6 milhões de empresas. Os gastos contratados somam R$ 11,3 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 4,5 milhões) e serviços de terceiros (R$ 1,1 milhão). Em 2010, R$ 7,8 milhões em gastos contratados.
Receitas em 2014R$ 11,5 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 11,3 milhõescontratados
Gastos em 2010R$ 7,8 milhõescontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 24% · pessoas 5% · empresas 71%
Gasto contratado
R$ 7,8 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 1,4 milhão18,4%
Serviços de terceirosR$ 910 mil11,6%
PessoalR$ 461 mil5,9%
Locação de imóveisR$ 160 mil2,1%
Outras 26 categoriasinclui R$ 36 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 795 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 4,8 milhões62,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Governador · 1990NÃO ELEITO412.551GRS · 43 anos · PT · nº 13 · ver resultado completo
Deputado Federal · 1986SUPLENTE47.923GRS · 39 anos · PT · nº 1350 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.