- Militância e mobilização de ruaR$ 130 mil37,5%
- PessoalR$ 45 mil13,1%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 40 mil11,5%
- Locação de imóveisR$ 34 mil9,8%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 100 lançados como "diversas a especificar"R$ 98 mil28,1%
Segundo o Radar do Voto, Miguel Rossetto (PT) foi eleito deputado estadual pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 35.913 votos, pelo resultado oficial do TSE. Miguel Rossetto (Miguel Soldatelli Rossetto) disputou 9 eleições entre 1982 e 2026, para deputado estadual, vice-prefeito, governador, senador, vice-governador e deputado federal. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2026 e 2022; vice-governador em 1998; deputado federal em 1994. A maior votação foi em 2006, para senador por RS: 1.549.768 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, indicou R$ 8 milhões em 61 emendas estaduais aos orçamentos de 2024 a 2026, para 22 municípios; 54% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RS, declarou R$ 545 mil em receitas: R$ 266 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 55 mil de outras campanhas e R$ 224 mil de doações privadas (129 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 348 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 130 mil), pessoal (R$ 45 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 40 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 340 mil em 2022 e R$ 3,4 milhões em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Miguel Soldatelli Rossetto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Miguel Rossetto declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: senador por Rio Grande do Sul em 2006, governador por Rio Grande do Sul em 2018, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 545 mil em receitas: R$ 266 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 55 mil de outras campanhas e R$ 224 mil de doações privadas (129 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 348 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 130 mil) e pessoal (R$ 45 mil); R$ 272 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 340 mil em gastos; em 2018, 47% dos R$ 3,4 milhões em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, Miguel Rossetto indicou R$ 8 milhões em 61 emendas estaduais aos orçamentos de 2024 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 22 municípios. Até a coleta na fonte, 54% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Secretaria da Saúde (50%). As cidades que mais receberam foram São Leopoldo, Porto Alegre e Esteio.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 4 milhões | R$ 1,4 milhão | 35% | 32 | 17 |
| 2025 | R$ 2 milhões | R$ 1,4 milhão | 72% | 17 | 11 |
| 2024 | R$ 2 milhões | R$ 1,5 milhão | 73% | 12 | 5 |
| Total | R$ 8 milhões | R$ 4,3 milhões | 54% | 61 | 22 |
Órgãos que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Transparencia RS — Emendas Parlamentares Estaduais (export Power BI, layout atual), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo do Rio Grande do Sul e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo do Rio Grande do Sul e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.