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Ana Affonso

Foto de Ana Ines Affonso
Ana Affonso
Ana Ines Affonso (nome civil)
9 eleições entre 2004 e 2026 · PT
53 anos em 2026 · Feminino · Superior incompleto
Professor de Ensino Fundamental
Candidata a Deputada Estadual · Rio Grande do Sul · Eleições 2026 · PT · nº 13813
redes informadas ao TSE

Ana Affonso (PT) ficou como suplente de deputada estadual pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 15.414 votos, pelo resultado oficial do TSE. Ana Affonso (Ana Inés Affonso) disputou 9 eleições entre 2004 e 2026, para deputada estadual, vereadora e vice-governadora. Ela foi eleita 5 vezes: vereadora de São Leopoldo em 2020, 2016, 2008 e 2004; deputada estadual em 2010. A maior votação foi em 2010, para deputada estadual por RS: 38.525 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por RS, declarou R$ 351 mil em receitas: R$ 345 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 6 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 298 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 78 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 72 mil) e pessoal (R$ 63 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 351 mil em 2022 (53% com publicidade por materiais impressos) e R$ 27 mil em 2020.

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Evolução da votação nas eleições

15.414 votos em 2026 · 9 eleições

A votação de Ana Ines Affonso em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 351 mil em receitas · R$ 298 mil em gastos contratados

Ana Affonso declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereadora em São Leopoldo (RS) em 2008, 2016 e 2020, e deputada estadual por Rio Grande do Sul em 2010, 2014, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 351 mil em receitas: R$ 345 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 6 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 298 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 78 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 72 mil); R$ 234 mil já foram pagos. Em 2022, 53% dos R$ 351 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2020, 68% dos R$ 27 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.

Receitas em 2026R$ 351 milparcial, até 14/10/2026
Gastos em 2026R$ 298 milcontratados, parcial; R$ 234 mil pagos
Gastos em 2022R$ 351 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas7de 2008 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2026parcialDeputada estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 351 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 98% · pessoas 2%
Gasto contratado
R$ 298 mil
pago até agora: R$ 234 mil (78%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 78 mil26,1%
  • Materiais impressosR$ 72 mil24,1%
  • PessoalR$ 63 mil21,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 34 mil11,2%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 432 lançados como "diversas a especificar"R$ 52 mil17,5%
2022Deputada estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 423 mil
84 doadores pessoas físicas
FEFC 66% · partido e outras campanhas 22% · pessoas 12%
Gasto contratado
R$ 351 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 185 mil52,7%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 63 mil17,8%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 22 mil6,1%
  • Serviços advocatíciosR$ 15 mil4,3%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 33 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 67 mil19,1%
2020Vereadora, São Leopoldo (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 35 mil
19 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 51% · Fundo Partidário 8% · partido e outras campanhas 8% · pessoas 33%
Gasto contratado
R$ 27 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 19 mil68,0%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 4 mil13,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 3 mil9,9%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 8543,1%
  • Outras 6 categoriasR$ 1 mil5,5%
Ver as 4 campanhas anteriores
2016Vereadora, São Leopoldo (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 19 mil
33 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 95%
Gasto contratado
R$ 19 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 13 mil66,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 3 mil15,2%
  • Publicidade por adesivosR$ 2 mil9,4%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil5,5%
  • Outras 2 categoriasR$ 5913,1%
2014Deputada estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 246 mil
193 doadores pessoas físicas
partido 54% · pessoas 38% · empresas 2% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 323 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 119 mil36,8%
  • Serviços de terceirosR$ 110 mil34,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 12 mil3,6%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 11 mil3,4%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 37 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 71 mil22,1%
2010Deputada estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 510 mil
133 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 16% · pessoas 47% · empresas 32% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 510 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 383 mil75,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 69 mil13,6%
  • Publicidade por carros de somR$ 13 mil2,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 10 mil1,9%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 34 mil6,7%
2008Vereadora, São Leopoldo (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 64 mil
24 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 87% · outras 10%
Gasto contratado
R$ 64 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 17 mil26,7%
  • Materiais impressosR$ 11 mil17,6%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 8 mil12,8%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 8 mil12,3%
  • Outras 8 categoriasR$ 20 mil30,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleita em 2010, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.