Luciano Castro (Luciano de Souza Castro) disputou 11 eleições entre 1990 e 2022, para deputado federal, prefeito e senador. Ele foi eleito 5 vezes: deputado federal em 2010, 2006, 2002, 1998 e 1994. A maior votação foi em 2018, para senador por RR: 56.147 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por RR, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 79 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 45 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 375 mil), serviços de terceiros (R$ 200 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 139 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 593 mil em 2020 e R$ 2,4 milhões em 2018.
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Evolução da votação nas eleições
5.157 votos em 2022 · 11 eleições
A votação de Luciano de Souza Castro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 1,2 milhão em receitas · R$ 1,1 milhão em gastos
Luciano Castro declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado federal por Roraima em 2006, 2010 e 2022, prefeito em Boa Vista (RR) em 2008 e 2020, e senador por Roraima em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 79 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 45 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 375 mil) e serviços de terceiros (R$ 200 mil). Em 2020, R$ 593 mil em gastos; em 2018, R$ 2,4 milhões em gastos.
Receitas em 2022R$ 1,2 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 1,1 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 593 milcampanha encerrada; tudo pago
Outras 17 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 328 mil57,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Federal · 20225.157não eleitoGRR · 73 anos · Branca · Superior completo · Economista · PODE · nº 1911 · ver resultado completoprestação de contas
Prefeito · 2020NÃO ELEITO4.498LBoa Vista, Roraima · 71 anos · Branca · Superior completo · Economista · PL · nº 22 · ver resultado completo
Deputado Federal · 1994ELEITO6.571GRR · 45 anos · Superior completo · Economista · PPR · nº 1111 · ver resultado completoCâmara dos Deputados
Deputado Federal · 1990SUPLENTE1.384GRR · 41 anos · PL · nº 2220 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.