- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1,6 milhão43,5%
- Materiais impressosR$ 484 mil13,2%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 450 mil12,3%
- Militância e mobilização de ruaR$ 331 mil9,0%
- Outras 9 categoriasR$ 804 mil22,0%

Segundo o Radar do Voto, Humberto Costa (PT) foi eleito senador por Pernambuco em 2026, com 2.531.389 votos, pelo resultado oficial do TSE. Humberto Costa (Humberto Sérgio Costa Lima) disputou 12 eleições entre 1982 e 2026, para senador, prefeito, governador, vereador, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 6 vezes: senador em 2026, 2018 e 2010; vereador de Recife em 2000; deputado federal em 1994; deputado estadual em 1990. A maior votação foi em 2010, para senador por PE: 3.059.818 votos. No Senado Federal, teve R$ 353,8 milhões empenhados em 179 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 241 municípios; 89% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para senador por PE, declarou R$ 3,9 milhões em receitas: R$ 3,2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil do Fundo Partidário, R$ 360 mil de outros recursos do partido, R$ 282 mil de doações privadas (30 doadores) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3,7 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,6 milhão), publicidade por materiais impressos (R$ 484 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 450 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,9 milhão em 2018 (45% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 2,8 milhões em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Humberto Sérgio Costa Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Humberto Costa declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: governador por Pernambuco em 2006, senador por Pernambuco em 2010, 2018 e 2026, e prefeito em Recife (PE) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 3,9 milhões em receitas: R$ 3,2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil do Fundo Partidário, R$ 360 mil de outros recursos do partido, R$ 282 mil de doações privadas (30 doadores) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3,7 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,6 milhão) e publicidade por materiais impressos (R$ 484 mil); R$ 3,5 milhões já foram pagos. Em 2018, 45% dos R$ 1,9 milhão em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2012, 65% dos R$ 2,8 milhões em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
No Senado Federal, Humberto Costa teve R$ 353,8 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 179 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 241 municípios. Já foram pagos R$ 313,4 milhões (89%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (51%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Recife, Caruaru e Vila Maria. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 198,5 milhões em 58 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 101,7 milhões em 77 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 53,7 milhões em 44 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 61,6 milhões | R$ 49,3 milhões | 80% | 18 | 93 |
| 2025 | R$ 67 milhões | R$ 61,4 milhões | 92% | 16 | 131 |
| 2024 | R$ 68,8 milhões | R$ 66,2 milhões | 96% | 24 | 77 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 197,4 milhões | R$ 176,9 milhões | 90% | 58 | 202 |
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.