Joaquim Francisco

Foto de Joaquim Francisco de Freitas Cavalcanti
Joaquim Francisco
Joaquim Francisco de Freitas Cavalcanti (nome civil)
7 eleições entre 1986 e 2010 · último partido PSB
62 anos em 2010 · Masculino · Superior completo
Advogado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Joaquim Francisco (Joaquim Francisco de Freitas Cavalcanti) disputou 7 eleições entre 1986 e 2010, para 1º suplente senador, deputado federal, prefeito e governador. Ele foi eleito 5 vezes: 1º suplente senador em 2010; deputado federal em 2002, 1998 e 1986; governador em 1990. A maior votação foi em 1990, para governador por PE: 1.238.326 votos. Na campanha de 2010 para 1º suplente senador por PE, declarou R$ 6 mil em receitas, de recursos próprios. Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 585 mil.

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Evolução da votação nas eleições

74.799 votos em 2006 · 7 eleições

A votação de Joaquim Francisco de Freitas Cavalcanti em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalGovernadorPrefeitoSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 6 mil em receitas

Joaquim Francisco declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Pernambuco em 2006, e 1º suplente senador por Pernambuco em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 6 mil em receitas, de recursos próprios. Em 2006, R$ 585 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2006R$ 585 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
20101º suplente senador, Pernambuco
Arrecadado
R$ 6 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2006Deputado federal, PernambucoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 586 mil
sem doações de pessoas
partido 53% · empresas 46% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 585 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 224 mil38,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 122 mil20,8%
  • Publicidade por carros de somR$ 55 mil9,4%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 52 mil8,8%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 132 mil22,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 1998, 2002 e 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892