Pedro Luiz Fagundes Ruas

Foto de Pedro Luiz Fagundes Ruas
Pedro Luiz Fagundes Ruas
13 eleições entre 1996 e 2024 · último partido PSOL
68 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Vereador
redes informadas ao TSE
Comparar

Pedro Ruas (Pedro Luiz Fagundes Ruas) disputou 13 eleições entre 1996 e 2024, para vereador, vice-governador, deputado estadual, vice-prefeito, governador, deputado federal e senador. Ele foi eleito 6 vezes: vereador de Porto Alegre em 2024, 2020, 2012, 2008 e 1996; deputado estadual em 2014. A maior votação foi em 1998, para senador por RS: 526.395 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Porto Alegre/RS, declarou R$ 243 mil em receitas: R$ 185 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 13 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 45 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 235 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 80 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 72 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 72 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 196 mil em 2020 (49% com publicidade por jornais e revistas) e R$ 351 mil em 2018.

Vereador · 2024
12.070
votos · Porto Alegre, Rio Grande do Sul
ELEITO
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

12.070 votos em 2024 (eleito) · 13 eleições

A votação de Pedro Luiz Fagundes Ruas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorSenadorDep. FederalDep. EstadualGovernadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 243 mil em receitas · R$ 235 mil em gastos

Pedro Ruas declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006, 2014 e 2018, vereador em Porto Alegre (RS) em 2008, 2012, 2020 e 2024, e governador por Rio Grande do Sul em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 243 mil em receitas: R$ 185 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 13 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 45 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 235 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 80 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 72 mil). Em 2020, 49% dos R$ 196 mil em gastos foram com publicidade por jornais e revistas; em 2018, R$ 351 mil em gastos contratados.

Receitas em 2024R$ 243 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 235 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 196 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas8de 2006 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 243 mil
8 doadores pessoas físicas
FEFC 76% · pessoas 5% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 235 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 80 mil33,9%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 72 mil30,5%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 72 mil30,5%
  • Serviços contábeisR$ 9 mil3,7%
  • Outras 2 categoriasR$ 3 mil1,4%
2020Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 203 mil
6 doadores pessoas físicas
FEFC 75% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 2% · próprios 22%
Gasto contratado
R$ 196 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 96 mil48,7%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 68 mil34,6%
  • Materiais impressosR$ 14 mil7,2%
  • Publicidade por adesivosR$ 7 mil3,5%
  • Outras 6 categoriasR$ 12 mil6,0%
2018Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 338 mil
4 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 54% · Fundo Partidário menos de 1% · pessoas 3% · próprios 43%
Gasto contratado
R$ 351 mil
pago: R$ 337 mil (96%)
  • Materiais impressosR$ 116 mil33,0%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 74 mil21,1%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 67 mil19,2%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 40 mil11,4%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 54 mil15,3%
Ver as 5 campanhas anteriores
2014Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 170 mil
11 doadores pessoas físicas
partido 53% · pessoas 11% · empresas 1% · próprios 35%
Gasto contratado
R$ 170 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 47 mil27,7%
  • Materiais impressosR$ 26 mil15,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 24 mil14,3%
  • Serviços de terceirosR$ 9 mil5,1%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 55 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 64 mil37,5%
2012Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 93 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 57% · pessoas menos de 1% · empresas 2% · próprios 40%
Gasto contratado
R$ 49 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 27 mil54,1%
  • Materiais impressosR$ 12 mil24,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 10 mil21,1%
2010Governador, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 200 mil
doações de pessoas
partido 22% · pessoas menos de 1% · empresas 75% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 200 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 68 mil34,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 68 mil33,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 15 mil7,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 14 mil7,1%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 13 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 1 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 35 mil17,6%
2008Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 47 mil
9 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 49% · pessoas 19% · empresas 4% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 47 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 8 mil17,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil8,7%
  • Materiais impressosR$ 4 mil8,3%
  • Despesas postaisR$ 4 mil7,7%
  • Outras 4 categoriasR$ 27 mil57,5%
2006Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
22 doadores pessoas físicas
pessoas 80% · empresas 4% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 81015,1%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 70013,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 53610,0%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 4007,5%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 130 lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil54,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

13 candidaturas · eleito em 2014, 2020 e 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Pedro Luiz Fagundes Ruas (Pedro Ruas): candidaturas e votos · Radar do Voto