Edegar Pretto declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2010, 2014 e 2018, e governador por Rio Grande do Sul em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 5,3 milhões em receitas: R$ 3,3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1,4 milhão de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 657 mil de doações privadas (158 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 490 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5,3 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 2 milhões) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,2 milhão). Em 2018, 51% dos R$ 172 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2014, R$ 336 mil em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 5,3 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 5,3 milhõescontratados
Gastos em 2018R$ 172 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42010, 2014, 2018 e 2022
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
- Fundo Eleitoral (FEFC)
- Outros recursos do partido e de outras campanhas
- Doações de pessoas (inclui vaquinha)
- Empresas (até 2014)
- Recursos próprios
Arrecadado
R$ 5,3 milhões
158 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 62% · partido e outras campanhas 26% · pessoas 12% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 5,3 milhões
pago: R$ 5,3 milhões (99%)
- Serviços de terceirosR$ 2 milhões37,5%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1,2 milhão22,2%
- Materiais impressosR$ 788 mil15,0%
- Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 237 mil4,5%
- Outras 21 categoriasinclui R$ 4 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 1,1 milhão20,9%
Arrecadado
R$ 198 mil
26 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 24% · pessoas 25% · próprios 50%
Gasto contratado
R$ 172 mil
tudo pago (100%)
- Materiais impressosR$ 88 mil51,4%
- Militância e mobilização de ruaR$ 34 mil20,0%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 15 mil8,8%
- Cessão ou locação de veículosR$ 9 mil5,1%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 10 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 25 mil14,7%
Arrecadado
R$ 336 mil
23 doadores pessoas físicas
partido 16% · pessoas 45% · empresas 3% · próprios 36%
Gasto contratado
R$ 336 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 104 mil30,9%
- Materiais impressosR$ 90 mil26,9%
- Cessão ou locação de veículosR$ 39 mil11,6%
- PessoalR$ 28 mil8,4%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 400 lançados como "diversas a especificar" e R$ 23 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 74 mil22,2%
Ver a campanha anterior
Arrecadado
R$ 133 mil
23 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 26% · pessoas 37% · empresas 29% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 133 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Materiais impressosR$ 38 mil28,4%
- PessoalR$ 18 mil13,8%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 16 mil11,7%
- Transporte ou deslocamentoR$ 11 mil8,3%
- Outras 12 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 7 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 50 mil37,8%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
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