Francisco da Silva Piyãko

Foto de Francisco da Silva Piyãko
Francisco da Silva Piyãko
3 eleições entre 2018 e 2022 · último partido PSD
54 anos em 2022 · Masculino · Ensino fundamental completo
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Francisco Piyãko (Francisco da Silva Piyãko) disputou 3 eleições entre 2018 e 2022, para deputado federal e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por AC: 2.681 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por AC, declarou R$ 224 mil em receitas: R$ 174 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 50 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 197 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 70 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 67 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 32 mil). Na campanha de 2018, já encerrada, gastou R$ 78 mil.

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Evolução da votação nas eleições

2.206 votos em 2022 · 3 eleições

A votação de Francisco da Silva Piyãko em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 224 mil em receitas · R$ 197 mil em gastos

Francisco Piyãko declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Acre em 2018 e 2022, e vereador em Rio Branco (AC) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 224 mil em receitas: R$ 174 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 50 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 197 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 70 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 67 mil). Em 2018, R$ 78 mil em gastos.

Receitas em 2022R$ 224 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 197 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 78 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32018, 2020 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2022Deputado federal, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 224 mil
sem doações de pessoas
FEFC 78% · partido e outras campanhas 22%
Gasto contratado
R$ 197 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 70 mil35,7%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 20 mil10,1%
  • Materiais impressosR$ 2 mil0,8%
  • Outras 4 categoriasR$ 105 mil53,3%
2020Vereador, Rio Branco (AC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2018Deputado federal, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 83 mil
7 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 87% · partido e outras campanhas 6% · pessoas 7%
Gasto contratado
R$ 78 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 23 mil29,7%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 18 mil23,4%
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil10,3%
  • Outras 5 categoriasR$ 28 mil36,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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