Everaldo Pereira

Foto de Everaldo Dias Pereira
Everaldo Pereira
Everaldo Dias Pereira (nome civil)
5 eleições entre 2010 e 2026 · último partido PODE
70 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Empresário
Candidato a 1º Suplente · Rio de Janeiro · Eleições 2026 · PODE · nº 200
Indeferido
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Everaldo Pereira (Everaldo Dias Pereira) disputou 4 eleições entre 2010 e 2022, para deputado federal, senador, presidente e 2º suplente senador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para presidente: 780.513 votos. Em 2026, foi candidato a 1º suplente por RJ pelo PODE (situação do registro nos dados do TSE: indeferido). Na campanha de 2022 para deputado federal por RJ, declarou R$ 3 milhões em receitas: R$ 2,7 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 274 mil do Fundo Partidário, R$ 24 mil de outras campanhas e R$ 400 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 2,7 milhões, principalmente com pessoal (R$ 2,5 milhões), criação e inclusão de páginas na internet (R$ 166 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 37 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 303 mil em 2018 (59% com serviços de terceiros) e R$ 7,9 milhões em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

9.522 votos em 2022 · 5 eleições

A votação de Everaldo Dias Pereira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

SenadorPresidenteDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 3 milhões em receitas · R$ 2,7 milhões em gastos

Everaldo Pereira declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: presidente em 2014, senador por Rio de Janeiro em 2018, e deputado federal por Rio de Janeiro em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 3 milhões em receitas: R$ 2,7 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 274 mil do Fundo Partidário, R$ 24 mil de outras campanhas e R$ 400 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 2,7 milhões, principalmente com pessoal (R$ 2,5 milhões) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 166 mil). Em 2018, 59% dos R$ 303 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2014, 51% dos R$ 7,9 milhões em gastos contratados foram com eventos de promoção da candidatura.

Receitas em 2022R$ 3 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 2,7 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 303 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32014, 2018 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2022Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 milhões
doações de pessoas
FEFC 90% · Fundo Partidário 9% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 2,7 milhões
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 2,5 milhões92,0%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 166 mil6,2%
  • Materiais impressosR$ 37 mil1,4%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 4 mil0,1%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 10 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 10 mil0,4%
2018Senador, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 650 mil
doações de pessoas
FEFC 31% · Fundo Partidário 15% · partido e outras campanhas 53% · pessoas menos de 1% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 303 mil
pago: R$ 303 mil (99%)
  • Serviços de terceirosR$ 179 mil58,9%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 71 mil23,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 24 mil8,1%
  • Materiais impressosR$ 14 mil4,6%
  • Outras 4 categoriasR$ 16 mil5,2%
Arrecadado
R$ 1,4 milhão
doações de pessoas
Fundo Partidário 2% · partido e outras campanhas 98% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 7,9 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 4 milhões50,7%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2,4 milhões30,6%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 489 mil6,2%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 270 mil3,4%
  • Outras 8 categoriasR$ 709 mil9,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892