- PessoalR$ 1,5 milhão76,7%
- Eventos de promoção da candidaturaR$ 114 mil5,8%
- Publicidade por adesivosR$ 91 mil4,6%
- Materiais impressosR$ 75 mil3,8%
- Outras 10 categoriasR$ 180 mil9,1%
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Léo Gadelha (PODE) ficou como suplente de deputado federal pela Paraíba em 2026, com 25.558 votos, pelo resultado oficial do TSE. Léo Gadelha (Leonardo de Melo Gadelha) disputou 8 eleições entre 2000 e 2026, para deputado federal, prefeito, vice-presidente, deputado estadual e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 2006. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por PB: 73.743 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por PB, declarou R$ 2,1 milhões em receitas: R$ 1,9 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 240 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 milhões, principalmente com pessoal (R$ 1,5 milhão), eventos de promoção da candidatura (R$ 114 mil) e publicidade por adesivos (R$ 91 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2,6 milhões em 2022 (43% com pessoal) e R$ 375 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Leonardo de Melo Gadelha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Léo Gadelha declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Paraíba em 2006, deputado federal por Paraíba em 2010, 2018, 2022 e 2026, e prefeito em Sousa (PB) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,1 milhões em receitas: R$ 1,9 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 240 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 milhões, principalmente com pessoal (R$ 1,5 milhão) e eventos de promoção da candidatura (R$ 114 mil); R$ 1,7 milhão já foram pagos. Em 2022, 43% dos R$ 2,6 milhões em gastos contratados foram com pessoal; em 2020, R$ 375 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
O voto