Rodrigo Otávio Soares Pacheco

Foto de Rodrigo Otávio Soares Pacheco
Rodrigo Otávio Soares Pacheco
3 eleições entre 2014 e 2018 · último partido DEM
42 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE
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Rodrigo Pacheco (Rodrigo Otávio Soares Pacheco) disputou 3 eleições entre 2014 e 2018, para senador, prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 2 vezes: senador em 2018; deputado federal em 2014. A maior votação foi em 2018, para senador por MG: 3.616.864 votos. No Senado Federal, teve R$ 378,6 milhões empenhados em 96 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 374 municípios; 87% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2018 para senador por MG, declarou R$ 3,8 milhões em receitas: R$ 761 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 682 mil do Fundo Partidário, R$ 119 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 1,5 milhão de doações privadas (11 doadores) e R$ 777 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3,7 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 2,5 milhões), publicidade por materiais impressos (R$ 499 mil) e publicidade por adesivos (R$ 234 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 6,8 milhões em 2016 e R$ 3,8 milhões em 2014.

Senador · 2018
3.616.864
votos · MG
ELEITO
Mandato até 2026
4 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

3.616.864 votos em 2018 (eleito) · 3 eleições

A votação de Rodrigo Otávio Soares Pacheco em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalPrefeitoSenador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 3,8 milhões em receitas · R$ 3,7 milhões em gastos

Rodrigo Pacheco declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2014, prefeito em Belo Horizonte (MG) em 2016, e senador por Minas Gerais em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 3,8 milhões em receitas: R$ 761 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 682 mil do Fundo Partidário, R$ 119 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 1,5 milhão de doações privadas (11 doadores) e R$ 777 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3,7 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 2,5 milhões) e publicidade por materiais impressos (R$ 499 mil). Em 2016, R$ 6,8 milhões em gastos contratados; em 2014, R$ 3,8 milhões em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 3,8 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 3,7 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 6,8 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas32014, 2016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Senador, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3,8 milhões
11 doadores pessoas físicas
FEFC 20% · Fundo Partidário 18% · partido e outras campanhas 3% · pessoas 39% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 3,7 milhões
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 2,5 milhões67,5%
  • Materiais impressosR$ 499 mil13,5%
  • PessoalR$ 128 mil3,5%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 96 mil2,6%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 60 mil1,6%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 421 mil11,4%
2016Prefeito, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5,8 milhões
31 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 19% · próprios 80%
Gasto contratado
R$ 6,8 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 1,1 milhão16,7%
  • Materiais impressosR$ 1,1 milhão16,2%
  • PessoalR$ 259 mil3,8%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 105 mil1,5%
  • Locação de imóveisR$ 48 mil0,7%
  • Outras 22 categoriasinclui R$ 280 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 4,2 milhões61,0%
2014Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3,8 milhões
59 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 17% · empresas 2% · próprios 76%
Gasto contratado
R$ 3,8 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 1,5 milhão38,4%
  • Materiais impressosR$ 520 mil13,6%
  • Serviços de terceirosR$ 108 mil2,8%
  • PessoalR$ 100 mil2,6%
  • Locação de imóveisR$ 51 mil1,3%
  • Outras 29 categoriasinclui R$ 75 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 30 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 1,6 milhão41,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 378,6 milhões empenhados · 87% pago · 96 emendas em 374 municípios

Senado Federal. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 28/09/20263

No Senado Federal, Rodrigo Pacheco teve R$ 378,6 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 96 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 374 municípios. Já foram pagos R$ 329,1 milhões (87%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (54%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Pouso Alegre, Guarda-Mor e Passa Tempo. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 214,8 milhões em 31 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 109,6 milhões em 37 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 54,2 milhões em 28 emendas.2

EmpenhadoR$ 378,6 milhõesorçamentos de 2016 a 2026
PagoR$ 329,1 milhões87% do empenhado, com restos a pagar
Emendas96individuais
Municípios374diferentes
Por ano do orçamento (legislatura 2023 a 2026)
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2026R$ 67,7 milhõesR$ 42,3 milhões62%11118
2025R$ 76,9 milhõesR$ 54,6 milhões71%12141
2024R$ 69,6 milhõesR$ 68,5 milhões98%7132
Legislatura 2023 a 2026R$ 214,2 milhõesR$ 165,4 milhões77%30311

Funções que mais receberam (2023 a 2026)

  1. 1SaúdeR$ 116,5 milhões54,2%
  2. 2UrbanismoR$ 36,4 milhões16,9%
  3. 3Encargos EspeciaisR$ 36,3 milhões16,9%

Municípios que mais receberam (2023 a 2026)

  1. 1Pouso AlegreR$ 7 milhões3,2%
  2. 2Guarda-MorR$ 5,5 milhões2,6%
  3. 3Passa TempoR$ 4,9 milhões2,3%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2014 e 2018

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Rodrigo Otávio Soares Pacheco (Rodrigo Pacheco): candidaturas e votos · Radar do Voto