Pastor Vanderlei Miranda

Foto de Vanderlei Andrade Miranda
Pastor Vanderlei Miranda
Vanderlei Andrade Miranda (nome civil)
6 eleições entre 2004 e 2018 · último partido MDB
66 anos em 2018 · Masculino · Ensino médio completo
Deputado

Pastor Vanderlei Miranda (Vanderlei Andrade Miranda) disputou 6 eleições entre 2004 e 2018, para deputado estadual, vice-prefeito e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2014, 2010 e 2006; vereador de Belo Horizonte em 2004. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por MG: 64.929 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por MG, declarou R$ 322 mil em receitas: R$ 251 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 114 do Fundo Partidário, R$ 400 de outras campanhas, R$ 15 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 55 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 305 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 96 mil), militância e mobilização de rua (R$ 84 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 73 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 323 mil em 2014 e R$ 166 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

34.872 votos em 2018 · 6 eleições

A votação de Vanderlei Andrade Miranda em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 322 mil em receitas · R$ 305 mil em gastos

Pastor Vanderlei Miranda declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006, 2010, 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 322 mil em receitas: R$ 251 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 114 do Fundo Partidário, R$ 400 de outras campanhas, R$ 15 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 55 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 305 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 96 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 84 mil). Em 2014, R$ 323 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 166 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 322 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 305 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 323 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 322 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 78% · Fundo Partidário menos de 1% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 5% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 305 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 96 mil31,3%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 84 mil27,5%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 73 mil23,9%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 25 mil8,0%
  • Outras 9 categoriasR$ 28 mil9,3%
2014Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 323 mil
30 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 21% · empresas 23% · próprios 55%
Gasto contratado
R$ 323 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 72 mil22,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 56 mil17,3%
  • PessoalR$ 50 mil15,4%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 48 mil15,0%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 750 lançados como "diversas a especificar"R$ 97 mil30,0%
2010Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 166 mil
14 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 12% · empresas 79% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 166 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 38 mil22,8%
  • Materiais impressosR$ 34 mil20,4%
  • Despesas postaisR$ 30 mil17,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 29 mil17,5%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 450 lançados como "diversas a especificar"R$ 36 mil21,5%
Ver a campanha anterior
2006Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 55 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 11% · empresas 72% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 55 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 44 mil79,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil4,2%
  • Despesas postaisR$ 1 mil2,3%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil2,0%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 514 lançados como "diversas a especificar"R$ 7 mil12,5%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2006, 2010 e 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892