- PessoalR$ 139 mil30,5%
- Militância e mobilização de ruaR$ 126 mil27,8%
- Materiais impressosR$ 47 mil10,3%
- Serviços advocatíciosR$ 25 mil5,5%
- Outras 6 categoriasinclui R$ 76 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 118 mil25,9%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Wanderson Gandra (Wanderson Silva Gandra) disputou 3 eleições entre 2016 e 2022, para deputado federal, deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Ipatinga em 2016. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Ipatinga/MG: 19.298 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por MG, declarou R$ 502 mil em receitas: R$ 450 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de outras campanhas e R$ 47 mil de doações privadas (21 doadores). Os gastos contratados somam R$ 455 mil, principalmente com pessoal (R$ 139 mil), militância e mobilização de rua (R$ 126 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 47 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 90 mil em 2018 e R$ 22 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Wanderson Silva Gandra em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Wanderson Gandra declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Ipatinga (MG) em 2016, prefeito em Ipatinga (MG) em 2016, deputado estadual por Minas Gerais em 2018, e deputado federal por Minas Gerais em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 502 mil em receitas: R$ 450 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de outras campanhas e R$ 47 mil de doações privadas (21 doadores). Os gastos contratados somam R$ 455 mil, principalmente com pessoal (R$ 139 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 126 mil). Em 2018, R$ 90 mil em gastos; em 2016, 42% dos R$ 22 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.