Robertinho Soares

Foto de Roberto Silva Soares
Robertinho Soares
Roberto Silva Soares (nome civil)
5 eleições entre 2010 e 2026 · último partido REPUBLICANOS
42 anos em 2026 · Masculino · Ensino médio incompleto
Estudante, Bolsista, Estagiário e Assemelhados
Candidato a Deputado Federal · Minas Gerais · Eleições 2026 · REPUBLICANOS · nº 1044
Deferido
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, Robertinho Soares (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputado federal por Minas Gerais em 2026, com 202 votos, pelo resultado oficial do TSE. Robertinho Soares (Roberto Silva Soares) disputou 5 eleições entre 2010 e 2026, para deputado federal, vereador, vice-prefeito e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por MG: 26.741 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Ipatinga/MG, declarou R$ 149 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 149 mil, principalmente com pessoal (R$ 38 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 33 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 20 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 milhões em 2022 e R$ 19 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

202 votos em 2026 · 5 eleições

A votação de Roberto Silva Soares em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitoVereadorDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 149 mil em receitas · R$ 149 mil em gastos

Robertinho Soares declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2010, vereador em Ipatinga (MG) em 2016 e 2024, e deputado federal por Minas Gerais em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 149 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 149 mil, principalmente com pessoal (R$ 38 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 33 mil). Em 2022, R$ 2 milhões em gastos contratados; em 2016, 93% dos R$ 19 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua.

Receitas em 2024R$ 149 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 149 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2022R$ 2 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas42010, 2016, 2022 e 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Ipatinga (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 149 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 149 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 38 mil25,3%
  • Materiais impressosR$ 33 mil22,0%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 20 mil13,4%
  • Publicidade por adesivosR$ 15 mil10,0%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 10 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 44 mil29,3%
2022Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,4 milhão
389 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 30% · Fundo Partidário menos de 1% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 67% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 2 milhões
pago: R$ 1,3 milhão (62%)
  • Materiais impressosR$ 594 mil29,3%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 337 mil16,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 266 mil13,2%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 193 mil9,5%
  • Outras 20 categoriasinclui R$ 110 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 9 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 635 mil31,4%
2016Vereador, Ipatinga (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 21% · pessoas 41% · próprios 37%
Gasto contratado
R$ 19 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 18 mil93,3%
  • Materiais impressosR$ 5482,8%
  • Publicidade por adesivosR$ 5252,7%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 1240,6%
  • Outras 1 categoriaR$ 1000,5%
Ver a campanha anterior
2010Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 29 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 47% · empresas 53%
Gasto contratado
R$ 46 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 20 mil43,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 9 mil18,9%
  • PessoalR$ 8 mil17,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5001,1%
  • Outras 2 categoriasR$ 9 mil19,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892