- PessoalR$ 38 mil25,3%
- Materiais impressosR$ 33 mil22,0%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 20 mil13,4%
- Publicidade por adesivosR$ 15 mil10,0%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 10 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 44 mil29,3%
Segundo o Radar do Voto, Robertinho Soares (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputado federal por Minas Gerais em 2026, com 202 votos, pelo resultado oficial do TSE. Robertinho Soares (Roberto Silva Soares) disputou 5 eleições entre 2010 e 2026, para deputado federal, vereador, vice-prefeito e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por MG: 26.741 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Ipatinga/MG, declarou R$ 149 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 149 mil, principalmente com pessoal (R$ 38 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 33 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 20 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 milhões em 2022 e R$ 19 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Roberto Silva Soares em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Robertinho Soares declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2010, vereador em Ipatinga (MG) em 2016 e 2024, e deputado federal por Minas Gerais em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 149 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 149 mil, principalmente com pessoal (R$ 38 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 33 mil). Em 2022, R$ 2 milhões em gastos contratados; em 2016, 93% dos R$ 19 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.