Wanderlei Barbosa declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Tocantins em 2006, 2010 e 2014, vereador em Palmas (TO) em 2008, e governador por Tocantins em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 6,6 milhões em receitas: R$ 6,4 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 242 mil de doações privadas (37 doadores). Os gastos contratados somam R$ 6,5 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1,5 milhão) e publicidade por materiais impressos (R$ 1,2 milhão). Em 2014, R$ 218 mil em gastos contratados; em 2010, 43% dos R$ 320 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Receitas em 2022R$ 6,6 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 6,5 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 218 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2022
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
- Fundo Eleitoral (FEFC)
- Outros recursos do partido e de outras campanhas
- Doações de pessoas (inclui vaquinha)
- Empresas (até 2014)
- Recursos próprios
Arrecadado
R$ 6,6 milhões
37 doadores pessoas físicas
FEFC 96% · pessoas 4%
Gasto contratado
R$ 6,5 milhões
tudo pago (100%)
- Serviços de terceirosR$ 1,5 milhão23,5%
- Materiais impressosR$ 1,2 milhão18,3%
- Eventos de promoção da candidaturaR$ 620 mil9,5%
- PessoalR$ 584 mil9,0%
- Outras 20 categoriasinclui R$ 12 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 230 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 2,6 milhões39,7%
Arrecadado
R$ 218 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 64% · pessoas 12% · empresas 2% · próprios 22%
Gasto contratado
R$ 218 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Militância e mobilização de ruaR$ 53 mil24,1%
- Materiais impressosR$ 45 mil20,8%
- Cessão ou locação de veículosR$ 30 mil13,7%
- Publicidade por carros de somR$ 25 mil11,2%
- Outras 7 categoriasR$ 66 mil30,1%
Arrecadado
R$ 320 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 81% · pessoas 5% · empresas 2% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 320 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- PessoalR$ 139 mil43,3%
- Publicidade por carros de somR$ 65 mil20,2%
- Cessão ou locação de veículosR$ 30 mil9,2%
- Materiais impressosR$ 20 mil6,3%
- Outras 11 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 11 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 67 mil21,0%
Ver as 2 campanhas anteriores
Arrecadado
R$ 104 mil
10 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 70% · pessoas 5% · empresas menos de 1% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 104 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Serviços de terceirosR$ 37 mil36,1%
- Materiais impressosR$ 10 mil9,8%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 8 mil8,0%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil1,5%
- Outras 4 categoriasR$ 46 mil44,7%
Arrecadado
R$ 86 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas menos de 1% · empresas 93% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 86 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Materiais impressosR$ 30 mil35,3%
- Publicidade por carros de somR$ 22 mil26,0%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 8 mil9,8%
- PessoalR$ 6 mil6,9%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 19 mil22,0%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
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