- Serviços de terceirosR$ 438 mil44,0%
- Materiais impressosR$ 139 mil13,9%
- PessoalR$ 84 mil8,4%
- Serviços advocatíciosR$ 80 mil8,0%
- Outras 9 categoriasR$ 255 mil25,6%
Mauro Carlesse disputou 4 eleições entre 2012 e 2022, para senador, governador, deputado estadual e prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: governador em 2018 e 2014; deputado estadual em 2014. A maior votação foi em 2018, para governador por TO: 404.484 votos. Na campanha de 2022 para senador por TO, declarou R$ 1 milhão em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 995 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 438 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 139 mil) e pessoal (R$ 84 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4,3 milhões em 2018 e R$ 757 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Mauro Carlesse em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Mauro Carlesse declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Gurupi (TO) em 2012, deputado estadual por Tocantins em 2014, governador por Tocantins em 2018, e senador por Tocantins em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1 milhão em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 995 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 438 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 139 mil). Em 2018, R$ 4,3 milhões em gastos contratados; em 2014, R$ 757 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.