Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Paulo Kopschina (Paulo Roberto Kopschina) disputou 1 eleição, em 2012, para prefeito em NOVO Hamburgo/RS e foi eleito com 57.085 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em NOVO Hamburgo/RS, declarou R$ 221 mil em receitas: R$ 1 mil de outros recursos do partido, R$ 73 mil de doações privadas (19 doadores), R$ 126 mil de empresas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 199 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 66 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 36 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 29 mil).
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 221 mil em receitas · R$ 199 mil em gastos contratados
Paulo Kopschina declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em NOVO Hamburgo (RS) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 221 mil em receitas: R$ 1 mil de outros recursos do partido, R$ 73 mil de doações privadas (19 doadores), R$ 126 mil de empresas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 199 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 66 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 36 mil).
partido menos de 1% · pessoas 33% · empresas 57% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 199 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 66 mil33,3%
Publicidade por jornais e revistasR$ 36 mil18,3%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 29 mil14,5%
Combustíveis e lubrificantesR$ 18 mil8,8%
Outras 11 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 50 mil25,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.