Lorena Mayer

Foto de Maria Lorena Mayer
Lorena Mayer
Maria Lorena Mayer (nome civil)
6 eleições entre 2000 e 2012 · último partido PMDB
47 anos em 2012 · Feminino · Superior completo
Técnico de Enfermagem e Assemelhados (exceto Enfermeiro)

Lorena Mayer (Maria Lorena Mayer) disputou 6 eleições entre 2000 e 2012, para vice-prefeita, deputada estadual e vereadora, segundo os dados do TSE. Ela foi eleita 3 vezes: vice-prefeita de NOVO Hamburgo em 2008; vereadora de NOVO Hamburgo em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2006, para deputada estadual por RS: 23.492 votos. Na campanha de 2010 para deputada estadual por RS, declarou R$ 250 mil em receitas: R$ 10 mil de outras campanhas, R$ 30 mil de doações privadas (54 doadores), R$ 101 mil de empresas e R$ 108 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 250 mil, principalmente com pessoal (R$ 127 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 32 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 25 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 92 mil.

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Evolução da votação nas eleições

19.479 votos em 2010 · 6 eleições

A votação de Maria Lorena Mayer em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 250 mil em receitas · R$ 250 mil em gastos contratados

Lorena Mayer declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada estadual por Rio Grande do Sul em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 250 mil em receitas: R$ 10 mil de outras campanhas, R$ 30 mil de doações privadas (54 doadores), R$ 101 mil de empresas e R$ 108 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 250 mil, principalmente com pessoal (R$ 127 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 32 mil). Em 2006, R$ 92 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 250 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 250 milcontratados
Gastos em 2006R$ 92 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputada estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 250 mil
54 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 12% · empresas 40% · próprios 43%
Gasto contratado
R$ 250 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 127 mil51,0%
  • Materiais impressosR$ 32 mil12,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 25 mil10,1%
  • AlimentaçãoR$ 15 mil6,1%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 919 lançados como "diversas a especificar"R$ 50 mil19,9%
2006Deputada estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 93 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 3% · empresas 57% · próprios 40%
Gasto contratado
R$ 92 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 24 mil25,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 14 mil15,1%
  • Materiais impressosR$ 10 mil11,3%
  • Encargos sociaisR$ 7 mil8,0%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 37 mil39,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleita em 2000, 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892