Henrique Afonso Soares Lima

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Henrique Afonso Soares Lima
10 eleições entre 1994 e 2020 · último partido PSD
56 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Professor e Instrutor de Formação Profissional
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Henrique Afonso (Henrique Afonso Soares Lima) disputou 10 eleições entre 1994 e 2020, para vice-prefeito, deputado federal, prefeito, vice-governador e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: vice-prefeito de Cruzeiro do Sul em 2020; deputado federal em 2010, 2006 e 2002; vereador de Cruzeiro do Sul em 1996. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por AC: 20.306 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por AC, declarou R$ 299 mil em receitas: R$ 283 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de outras campanhas e R$ 11 mil de doações privadas (8 doadores). Os gastos contratados somam R$ 281 mil, principalmente com pessoal (R$ 133 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 77 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 33 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 213 mil em 2016 e R$ 234 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

5.272 votos em 2018 · 10 eleições

A votação de Henrique Afonso Soares Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalVereadorPrefeitoGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 299 mil em receitas · R$ 281 mil em gastos

Henrique Afonso declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Acre em 2006, 2010 e 2018, e prefeito em Cruzeiro do Sul (AC) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 299 mil em receitas: R$ 283 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de outras campanhas e R$ 11 mil de doações privadas (8 doadores). Os gastos contratados somam R$ 281 mil, principalmente com pessoal (R$ 133 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 77 mil). Em 2016, R$ 213 mil em gastos contratados; em 2012, 51% dos R$ 234 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2018R$ 299 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 281 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 213 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 299 mil
8 doadores pessoas físicas
FEFC 95% · partido e outras campanhas 2% · pessoas 4%
Gasto contratado
R$ 281 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 133 mil47,5%
  • Materiais impressosR$ 33 mil11,6%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil1,6%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 111 mil39,3%
2016Prefeito, Cruzeiro do Sul (AC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 215 mil
7 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 92% · partido menos de 1% · pessoas 6% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 213 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 17 mil8,1%
  • Serviços de terceirosR$ 12 mil5,4%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 5 mil2,4%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil1,4%
  • Baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceirosR$ 3 mil1,4%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 860 lançados como "diversas a especificar"R$ 173 mil81,2%
2012Prefeito, Cruzeiro do Sul (AC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 451 mil
12 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 13% · empresas 86%
Gasto contratado
R$ 234 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 6 mil2,6%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 13 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 228 mil97,4%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado federal, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 245 mil
38 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 26% · pessoas 60% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 245 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 32 mil12,9%
  • Materiais impressosR$ 27 mil11,0%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil0,5%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 14 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 185 mil75,6%
2006Deputado federal, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 233 mil
13 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 27% · pessoas 10% · empresas 33% · próprios 30%
Gasto contratado
R$ 233 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 24 mil10,2%
  • Serviços de terceirosR$ 10 mil4,1%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil0,6%
  • Outras 14 categoriasR$ 198 mil85,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

10 candidaturas · eleito em 2006, 2010 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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