Luiz Alberto Maguito Vilela

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Luiz Alberto Maguito Vilela
10 eleições entre 1982 e 2020 · último partido MDB
71 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Advogado
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Maguito Vilela (Luiz Alberto Maguito Vilela) disputou 10 eleições entre 1982 e 2020, para prefeito, 1º suplente, governador, senador, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 8 vezes: prefeito de Goiânia em 2020; 1º suplente em 2018; prefeito de Aparecida de Goiânia em 2012 e 2008; senador em 1998; governador em 1994; deputado federal em 1986; deputado estadual em 1982. A maior votação foi em 1998, para senador por GO: 1.261.950 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Goiânia/GO, declarou R$ 1,6 milhão em receitas: R$ 921 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 649 mil de doações privadas (24 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 440 mil), militância e mobilização de rua (R$ 384 mil) e publicidade por carros de som (R$ 258 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,9 milhão em 2012 e R$ 2,2 milhões em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

217.194 votos em 2020 · 10 eleições

A votação de Luiz Alberto Maguito Vilela em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalGovernadorSenadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 1,6 milhão em receitas · R$ 1,5 milhão em gastos

Maguito Vilela declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: governador por Goiás em 2006, prefeito em Aparecida de Goiânia (GO) em 2008 e 2012, e prefeito em Goiânia (GO) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 1,6 milhão em receitas: R$ 921 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 649 mil de doações privadas (24 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 440 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 384 mil). Em 2012, R$ 1,9 milhão em gastos contratados; em 2008, R$ 2,2 milhões em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 1,6 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 1,5 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 1,9 milhãocontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2008, 2012 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Goiânia (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,6 milhão
24 doadores pessoas físicas
FEFC 59% · pessoas 41%
Gasto contratado
R$ 1,5 milhão
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 440 mil29,1%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 384 mil25,4%
  • Publicidade por carros de somR$ 258 mil17,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 92 mil6,1%
  • Outras 14 categoriasR$ 338 mil22,4%
2012Prefeito, Aparecida de Goiânia (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5,1 milhões
32 doadores pessoas físicas
partido 48% · pessoas 8% · empresas 43% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,9 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 750 mil38,9%
  • Materiais impressosR$ 568 mil29,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 240 mil12,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 54 mil2,8%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 348 lançados como "diversas a especificar" e R$ 235 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 316 mil16,4%
2008Prefeito, Aparecida de Goiânia (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,2 milhões
25 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 3% · empresas 92% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 2,2 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 862 mil39,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 318 mil14,4%
  • Publicidade por carros de somR$ 283 mil12,8%
  • Materiais impressosR$ 213 mil9,6%
  • Outras 17 categoriasR$ 533 mil24,1%
Ver a campanha anterior
2006Governador, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6,3 milhões
193 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 3% · empresas 96%
Gasto contratado
R$ 6,3 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1,1 milhão18,0%
  • PessoalR$ 950 mil15,0%
  • Serviços de terceirosR$ 766 mil12,1%
  • Materiais impressosR$ 555 mil8,8%
  • Outras 26 categoriasinclui R$ 19 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 40 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 2,9 milhões46,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

10 candidaturas · eleito em 2012, 2018 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885