Dona Iris

Foto de Iris de Araújo Rezende Machado
Dona Iris
Iris de Araújo Rezende Machado (nome civil)
5 eleições entre 1998 e 2018 · último partido MDB
75 anos em 2018 · Feminino · Ensino médio completo
Empresário

Dona Iris (Iris de Araújo Rezende Machado) disputou 5 eleições entre 1998 e 2018, para deputada federal e 1º suplente senadora, segundo os dados do TSE. Ela foi eleita 3 vezes: deputada federal em 2010 e 2006; 1º suplente senadora em 1998. A maior votação foi em 2006, para deputada federal por GO: 201.229 votos. Na campanha de 2018 para deputada federal por GO, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 400 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 400 mil do Fundo Partidário, R$ 415 mil de doações privadas (41 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 506 mil), militância e mobilização de rua (R$ 186 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 140 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 850 mil em 2014 e R$ 2,4 milhões em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

39.976 votos em 2018 · 5 eleições

A votação de Iris de Araújo Rezende Machado em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

SenadorDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 1,2 milhão em receitas · R$ 1,2 milhão em gastos

Dona Iris declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputada federal por Goiás em 2006, 2010, 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 400 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 400 mil do Fundo Partidário, R$ 415 mil de doações privadas (41 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 506 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 186 mil). Em 2014, R$ 850 mil em gastos contratados; em 2010, 48% dos R$ 2,4 milhões em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2018R$ 1,2 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 1,2 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 850 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputada federal, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,2 milhão
41 doadores pessoas físicas
FEFC 33% · Fundo Partidário 33% · pessoas 34% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,2 milhão
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 506 mil43,6%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 186 mil16,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 140 mil12,1%
  • Serviços de terceirosR$ 55 mil4,7%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 190 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 273 mil23,5%
2014Deputada federal, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 850 mil
7 doadores pessoas físicas
pessoas 37% · empresas 3% · próprios 60%
Gasto contratado
R$ 850 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 230 mil27,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 106 mil12,4%
  • Publicidade por carros de somR$ 71 mil8,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 57 mil6,6%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 738 lançados como "diversas a especificar" e R$ 243 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 388 mil45,6%
2010Deputada federal, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,4 milhões
23 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 49% · pessoas 3% · empresas 28% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 2,4 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 1,1 milhão48,4%
  • Materiais impressosR$ 496 mil21,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 146 mil6,2%
  • Publicidade por carros de somR$ 135 mil5,7%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 12 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 438 mil18,6%
Ver a campanha anterior
2006Deputada federal, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,4 milhão
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 5% · empresas 91%
Gasto contratado
R$ 1,4 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 413 mil30,1%
  • Materiais impressosR$ 366 mil26,7%
  • Encargos sociaisR$ 157 mil11,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 57 mil4,1%
  • Outras 19 categoriasR$ 379 mil27,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleita em 1998, 2006 e 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892