Antonio Hohlfeldt (Antônio Carlos Hohlfeldt) disputou 8 eleições entre 1986 e 2014, para 1º suplente, 2º suplente senador, deputado estadual, vice-governador e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vice-governador em 2002; vereador de Porto Alegre em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por RS: 26.432 votos. Em 2026, concorre a 2º suplente por RS pelo MDB. Na campanha de 2006 para deputado estadual por RS, declarou R$ 959 mil em receitas: R$ 642 mil de outras origens, R$ 135 mil de doações privadas (86 doadores), R$ 120 mil de recursos próprios e R$ 63 mil do partido e de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 292 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 128 mil), locação/cessão de bens móveis (R$ 40 mil) e baixa recursos estimáveis - recursos de pessoas jurídicas (R$ 26 mil).
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A votação de Antonio Carlos Hohlfeldt em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.