Rigotto declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: governador por Rio Grande do Sul em 2006, e senador por Rio Grande do Sul em 2010 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 3,9 milhões em receitas: R$ 3,5 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil de outros recursos do partido e R$ 308 mil de doações privadas (13 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,6 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 471 mil) e serviços de terceiros (R$ 350 mil); R$ 1,6 milhão já foram pagos. Em 2010, R$ 2,9 milhões em gastos contratados; em 2006, R$ 3,2 milhões em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.
Receitas em 2026R$ 3,9 milhõesparcial, até 14/10/2026
Gastos em 2026R$ 1,6 milhãocontratados, parcial; R$ 1,6 milhão pagos
Gastos em 2010R$ 2,9 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2010 e 2026
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
- Fundo Eleitoral (FEFC)
- Outros recursos do partido e de outras campanhas
- Doações de pessoas (inclui vaquinha)
- Empresas (até 2014)
- Recursos próprios
Arrecadado
R$ 3,9 milhões
13 doadores pessoas físicas
FEFC 90% · partido 3% · pessoas 8%
Gasto contratado
R$ 1,6 milhão
pago até agora: R$ 1,6 milhão (99%)
- Materiais impressosR$ 471 mil29,0%
- Serviços de terceirosR$ 350 mil21,6%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 310 mil19,1%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 155 mil9,6%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 150 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 335 mil20,7%
Arrecadado
R$ 2,9 milhões
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 36% · empresas 64% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 2,9 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 977 mil33,6%
- Materiais impressosR$ 925 mil31,8%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 275 mil9,5%
- Criação e inclusão de páginas na internetR$ 108 mil3,7%
- Outras 16 categoriasR$ 623 mil21,4%
Arrecadado
R$ 3,2 milhões
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 37% · pessoas menos de 1% · empresas 63%
Gasto contratado
R$ 3,2 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
- Materiais impressosR$ 902 mil27,8%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 431 mil13,3%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 157 mil4,8%
- Serviços de terceirosR$ 134 mil4,1%
- Outras 18 categoriasinclui R$ 112 lançados como "diversas a especificar"R$ 1,6 milhão50,0%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Ver doadores, fornecedores e gastos ›