- Materiais impressosR$ 477 mil18,7%
- PessoalR$ 259 mil10,1%
- Locação de imóveisR$ 16 mil0,6%
- Outras 12 categoriasinclui R$ 625 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 1,8 milhão70,5%
Pedro Wilson (Pedro Wilson Guimarâes) disputou 8 eleições entre 1990 e 2020, para vice-prefeito, senador, deputado federal e prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: deputado federal em 2006, 1998 e 1994; prefeito de Goiânia em 2000. A maior votação foi em 2010, para senador por GO: 878.910 votos. Na campanha de 2010 para senador por GO, declarou R$ 2,5 milhões em receitas: R$ 2,2 milhões de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (8 doadores), R$ 241 mil de empresas e R$ 85 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,5 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 945 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 477 mil) e pessoal (R$ 259 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 237 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Pedro Wilson Guimarâes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Pedro Wilson declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Goiás em 2006, e senador por Goiás em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 2,5 milhões em receitas: R$ 2,2 milhões de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (8 doadores), R$ 241 mil de empresas e R$ 85 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,5 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 945 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 477 mil). Em 2006, R$ 237 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.