- Militância e mobilização de ruaR$ 231 mil34,6%
- Materiais impressosR$ 151 mil22,7%
- Serviços de terceirosR$ 140 mil21,0%
- Publicidade por carros de somR$ 52 mil7,8%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 35 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 93 mil14,0%
João Coser (João Carlos Coser) disputou 11 eleições entre 1986 e 2024, para prefeito, deputado estadual, deputado federal e senador. Ele foi eleito 6 vezes: deputado estadual em 2022, 1990 e 1986; prefeito de Vitória em 2008 e 2004; deputado federal em 1998. A maior votação foi em 2002, para senador por ES: 584.666 votos. Em 2026, concorre a deputado federal por ES pelo PT. Na Assembleia Legislativa do Estado do Espírito Santo, indicou R$ 8,2 milhões em 128 emendas estaduais aos orçamentos de 2024 a 2026, para 23 municípios; 84% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputado federal por ES, declarou R$ 859 mil em receitas: R$ 760 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 43 mil de doações privadas e R$ 55 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 667 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 231 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 151 mil) e serviços de terceiros (R$ 140 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2,9 milhões em 2024 (58% com serviços de terceiros) e R$ 195 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de João Carlos Coser em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
João Coser declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: prefeito em Vitória (ES) em 2008, 2020 e 2024, senador por Espírito Santo em 2014, deputado federal por Espírito Santo em 2018 e 2026, e deputado estadual por Espírito Santo em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 859 mil em receitas: R$ 760 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 43 mil de doações privadas e R$ 55 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 667 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 231 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 151 mil); R$ 203 mil já foram pagos. Em 2024, 58% dos R$ 2,9 milhões em gastos foram com serviços de terceiros; em 2022, R$ 195 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado do Espírito Santo, João Coser indicou R$ 8,2 milhões em 128 emendas estaduais aos orçamentos de 2024 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 23 municípios. Até a coleta na fonte, 84% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Secretaria de Estado do Turismo (39%). As cidades que mais receberam foram Vitória, São Mateus e Vila Velha.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 3 milhões | R$ 2,6 milhões | 87% | 35 | 10 |
| 2025 | R$ 2,7 milhões | R$ 2,6 milhões | 95% | 22 | 6 |
| 2024 | R$ 2,5 milhões | R$ 1,6 milhão | 67% | 71 | 18 |
| Total | R$ 8,2 milhões | R$ 6,8 milhões | 84% | 128 | 23 |
Órgãos que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Governo do ES — Portal de Dados Abertos (Emendas Parlamentares do Estado), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo do Espírito Santo e a Assembleia Legislativa do Estado do Espírito Santo. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo do Espírito Santo e a Assembleia Legislativa do Estado do Espírito Santo. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.