- Materiais impressosR$ 1,1 milhão24,6%
- Serviços de terceirosR$ 426 mil9,4%
- Militância e mobilização de ruaR$ 417 mil9,2%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 220 mil4,8%
- Locação de imóveisR$ 73 mil1,6%
- Outras 14 categoriasR$ 2,3 milhões50,4%
Astronauta Marcos Pontes (Marcos Cesar Pontes) disputou 3 eleições entre 2014 e 2022, para senador, 2º suplente e deputado federal. Ele foi eleito 2 vezes: senador em 2022; 2º suplente em 2018. A maior votação foi em 2022, para senador por SP: 10.714.913 votos. No Senado Federal, teve R$ 191,7 milhões empenhados em 47 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026, para 130 municípios; 77% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2022 para senador por SP, declarou R$ 4,8 milhões em receitas: R$ 4 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 240 mil do Fundo Partidário, R$ 287 mil de outras campanhas e R$ 310 mil de doações privadas (59 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 4,6 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,5 milhão), publicidade por materiais impressos (R$ 1,1 milhão) e correspondências e despesas postais (R$ 516 mil). Na campanha de 2014, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 72 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Marcos Cesar Pontes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Astronauta Marcos Pontes declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2014, e senador por São Paulo em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 4,8 milhões em receitas: R$ 4 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 240 mil do Fundo Partidário, R$ 287 mil de outras campanhas e R$ 310 mil de doações privadas (59 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 4,6 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,5 milhão) e publicidade por materiais impressos (R$ 1,1 milhão). Em 2014, R$ 72 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
No Senado Federal, Astronauta Marcos Pontes teve R$ 191,7 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 47 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 130 municípios. Já foram pagos R$ 147,3 milhões (77%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (54%). As cidades que mais receberam foram São Paulo, Marília e Bauru.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 45,2 milhões | R$ 16,3 milhões | 36% | 18 | 34 |
| 2025 | R$ 66,3 milhões | R$ 51,4 milhões | 78% | 17 | 67 |
| 2024 | R$ 62,5 milhões | R$ 61,3 milhões | 98% | 10 | 50 |
| Total | R$ 174 milhões | R$ 129 milhões | 74% | 45 | 130 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.