Professor Alberto

Foto de Alberto Alves da Fonseca
Professor Alberto
Alberto Alves da Fonseca (nome civil)
7 eleições entre 1996 e 2022 · último partido PL
56 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Vereador
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professor Alberto (Alberto Alves da Fonseca) disputou 7 eleições entre 1996 e 2022, para 1º suplente e vereador. Ele foi eleito 6 vezes: 1º suplente em 2022; vereador de Campinas em 2020, 2016, 2012 e 2008; vereador de Jundiaí em 1996. A maior votação foi em 2012, para vereador em Campinas/SP: 6.375 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Campinas/SP, declarou R$ 74 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 51 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 69 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 15 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil) e serviços contábeis (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 40 mil em 2016 e R$ 21 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

3.990 votos em 2020 (eleito) · 7 eleições

A votação de Alberto Alves da Fonseca em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 74 mil em receitas · R$ 69 mil em gastos

Professor Alberto declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Campinas (SP) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 74 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 51 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 69 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 15 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil). Em 2016, R$ 40 mil em gastos contratados; em 2012, 57% dos R$ 21 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.

Receitas em 2020R$ 74 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 69 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 40 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2012, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Campinas (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 74 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 69% · próprios 27%
Gasto contratado
R$ 69 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços advocatíciosR$ 15 mil21,7%
  • Materiais impressosR$ 13 mil18,3%
  • Serviços contábeisR$ 10 mil14,4%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 10 mil13,7%
  • Outras 9 categoriasR$ 22 mil31,8%
2016Vereador, Campinas (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 40 mil
5 doadores pessoas físicas
partido 4% · pessoas 82% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 40 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 13 mil31,8%
  • PessoalR$ 13 mil31,7%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 3 mil8,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil7,8%
  • Outras 5 categoriasR$ 8 mil20,8%
2012Vereador, Campinas (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 88 mil
35 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 42% · empresas 53% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 21 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 12 mil57,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil17,3%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil13,0%
  • Materiais impressosR$ 2 mil7,6%
  • Outras 2 categoriasR$ 1 mil5,1%
Ver a campanha anterior
2008Vereador, Campinas (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 23 mil
9 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 80% · empresas 4% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 23 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 6 mil27,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil6,5%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 8003,5%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 680,3%
  • Outras 1 categoriaR$ 14 mil62,2%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2016, 2020 e 2022

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892