- Materiais impressosR$ 417 mil46,1%
- Publicidade por adesivosR$ 164 mil18,2%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 107 mil11,8%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 87 mil9,6%
- Outras 8 categoriasR$ 129 mil14,3%
Wilson Brandão (Wilson Nunes Brandão) disputou 8 eleições entre 1994 e 2022, para deputado estadual. Ele foi eleito 8 vezes: deputado estadual em 2022, 2018, 2014, 2010, 2006, 2002, 1998 e 1994. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por PI: 63.400 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado do Piauí, indicou R$ 15,7 milhões em 81 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 18 municípios; 58% desse valor já foi pago. Na campanha de 2022 para deputado estadual por PI, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 650 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 366 mil do Fundo Partidário, R$ 133 mil de doações privadas (23 doadores) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 903 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 417 mil), publicidade por adesivos (R$ 164 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 107 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 234 mil em 2018 e R$ 408 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Wilson Nunes Brandão em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Wilson Brandão declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Piauí em 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 650 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 366 mil do Fundo Partidário, R$ 133 mil de doações privadas (23 doadores) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 903 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 417 mil) e publicidade por adesivos (R$ 164 mil). Em 2018, R$ 234 mil em gastos; em 2014, R$ 408 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado do Piauí, Wilson Brandão indicou R$ 15,7 milhões em 81 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 18 municípios. Até a coleta na fonte, 58% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Secretaria da Cultura do Estado do Piaui (20%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Pedro II, Dirceu Arcoverde e Teresina. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 13,2 milhões em 63 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 2,5 milhões em 18 emendas.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 5,3 milhões | R$ 0 | 0% | 22 | 12 |
| 2025 | R$ 3,8 milhões | R$ 2,6 milhões | 67% | 19 | 5 |
| 2024 | R$ 4,1 milhões | R$ 4,1 milhões | 99% | 22 | 9 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 13,2 milhões | R$ 6,7 milhões | 50% | 63 | 17 |
Órgãos que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Assembleia Legislativa do Piaui (ALEPI) e Portal da Transparencia PI — emendas impositivas 2026 (planejado) + execucao 2023–2025, organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo do Piauí e a Assembleia Legislativa do Estado do Piauí. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo do Piauí e a Assembleia Legislativa do Estado do Piauí. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.