José Orcirio Miranda dos Santos

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José Orcirio Miranda dos Santos
12 eleições entre 1982 e 2026 · PT
76 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Deputado
redes informadas ao TSE
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Zeca do PT (José Orcírio Miranda dos Santos) disputou 11 eleições entre 1982 e 2024, para vice-prefeito, deputado estadual, senador, deputado federal, vereador, governador e prefeito. Ele foi eleito 6 vezes: deputado estadual em 2022 e 1994; deputado federal em 2014; vereador de Campo Grande em 2012; governador em 2002 e 1998. A maior votação foi em 2002, para governador por MS: 581.545 votos. Em 2026, concorre a deputado estadual por MS pelo PT. No Senado Federal, teve R$ 55,9 milhões empenhados em 41 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 51 municípios; 82% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso do Sul, indicou R$ 8,2 milhões em 93 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 36 municípios; 0% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputado estadual por MS, declarou R$ 435 mil em receitas: R$ 250 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 16 mil do Fundo Partidário, R$ 105 mil de outras campanhas, R$ 27 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 38 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 203 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 102 mil), serviços contábeis (R$ 27 mil) e serviços de terceiros (R$ 25 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 849 mil em 2022 e R$ 1,2 milhão em 2018.

Deputado Estadual · 2022
47.193
votos · MS
ELEITO
Mandato até 2026
4 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

47.193 votos em 2022 (eleito) · 12 eleições · 2026 em disputa

A votação de José Orcirio Miranda dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitoGovernadorVereadorDep. FederalSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 435 mil em receitas · R$ 203 mil em gastos contratados

Zeca do PT declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: governador por Mato Grosso do Sul em 2010, vereador em Campo Grande (MS) em 2012, deputado federal por Mato Grosso do Sul em 2014, senador por Mato Grosso do Sul em 2018, e deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 435 mil em receitas: R$ 250 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 16 mil do Fundo Partidário, R$ 105 mil de outras campanhas, R$ 27 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 38 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 203 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 102 mil) e serviços contábeis (R$ 27 mil); R$ 112 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 849 mil em gastos; em 2018, 46% dos R$ 1,2 milhão em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.

Receitas em 2026R$ 435 milparcial, até 27/09/2026
Gastos em 2026R$ 203 milcontratados, parcial; R$ 112 mil pagos
Gastos em 2022R$ 849 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas6de 2010 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 435 mil
4 doadores pessoas físicas
FEFC 57% · Fundo Partidário 4% · partido e outras campanhas 24% · pessoas 6% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 203 mil
pago até agora: R$ 112 mil (55%)
  • Publicidade por adesivosR$ 102 mil50,0%
  • Serviços contábeisR$ 27 mil13,3%
  • Serviços de terceirosR$ 25 mil12,3%
  • PessoalR$ 24 mil11,8%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 26 mil12,6%
2022Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 900 mil
5 doadores pessoas físicas
FEFC 22% · partido e outras campanhas 29% · pessoas 46% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 849 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 322 mil37,9%
  • PessoalR$ 262 mil30,8%
  • Materiais impressosR$ 94 mil11,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 22 mil2,6%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 88 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 150 mil17,6%
2018Senador, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,3 milhão
18 doadores pessoas físicas
FEFC 94% · Fundo Partidário menos de 1% · partido e outras campanhas 1% · pessoas 3% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,2 milhão
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 562 mil46,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 300 mil24,6%
  • Materiais impressosR$ 150 mil12,3%
  • PessoalR$ 103 mil8,5%
  • Outras 11 categoriasR$ 104 mil8,6%
Ver as 3 campanhas anteriores
2014Deputado federal, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,4 milhão
21 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
partido e outras campanhas 56% · pessoas 4% · empresas 40% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,4 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 831 mil59,0%
  • Materiais impressosR$ 127 mil9,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 95 mil6,7%
  • Publicidade por carros de somR$ 45 mil3,2%
  • Outras 18 categoriasinclui R$ 41 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 100 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 312 mil22,1%
2012Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 335 mil
81 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 61% · pessoas 33% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 73 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 26 mil36,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 18 mil24,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 10 mil14,4%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 9 mil12,9%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 264 doados a outros candidatos e partidosR$ 8 mil11,6%
2010Governador, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3,1 milhões
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 93% · empresas 7%
Gasto contratado
R$ 3,1 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 1,1 milhão36,7%
  • Materiais impressosR$ 69 mil2,2%
  • AlimentaçãoR$ 37 mil1,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 31 mil1,0%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 291 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 1,8 milhão58,9%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 55,9 milhões empenhados · 82% pago · 41 emendas em 51 municípios

Senado Federal. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 28/09/20263

No Senado Federal, Zeca do PT teve R$ 55,9 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 41 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 51 municípios. Já foram pagos R$ 45,7 milhões (82%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (52%). As cidades que mais receberam foram Campo Grande, Antônio João e Ponta Porã.2

EmpenhadoR$ 55,9 milhõesorçamentos de 2016 a 2019
PagoR$ 45,7 milhões82% do empenhado, com restos a pagar
Emendas41individuais
Municípios51diferentes
Por ano do orçamento
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2019R$ 15,4 milhõesR$ 12,7 milhões83%186
2018R$ 14,8 milhõesR$ 13,4 milhões91%717
2017R$ 12,4 milhõesR$ 11,7 milhões95%718
2016R$ 13,2 milhõesR$ 7,5 milhões57%821
TotalR$ 55,8 milhõesR$ 45,5 milhões81%4051

Funções que mais receberam

  1. 1SaúdeR$ 29,3 milhões52,4%
  2. 2AgriculturaR$ 10,6 milhões18,9%
  3. 3UrbanismoR$ 5,5 milhões9,9%

Municípios que mais receberam

  1. 1Campo GrandeR$ 14,9 milhões26,7%
  2. 2Antônio JoãoR$ 2 milhões3,6%
  3. 3Ponta PorãR$ 1,5 milhão2,7%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩

Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso do Sul. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · pode estar desatualizada3 · números estaduais aproximados4

Na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso do Sul, Zeca do PT indicou R$ 8,2 milhões em 93 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 36 municípios. Até a coleta na fonte, 0% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Secretaria de Estado de Saúde - SES (41%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Campo Grande, Bela Vista e Dourados. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 8,1 milhões em 92 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 63 mil em 1 emenda.2

IndicadoR$ 8,2 milhõesorçamentos de 2023 a 2026
PagoR$ 00% do indicado
Emendas93estaduais
Municípios36diferentes
Por ano do orçamento (legislatura 2023 a 2026)
OrçamentoIndicadoPago% pagoEmendasMunicípios
2026R$ 2 milhõesR$ 00%3215
2025R$ 3,4 milhõesR$ 00%3521
2024R$ 2,8 milhõesR$ 00%2517
Legislatura 2023 a 2026R$ 8,1 milhõesR$ 00%9235

Órgãos que mais receberam (2023 a 2026)

  1. 1Secretaria de Estado de Saúde - SESR$ 3,3 milhões41,0%
  2. 2Secretaria de Estado de Educação - SEDR$ 2,1 milhões26,0%
  3. 3Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural - AGRAERR$ 850 mil10,5%

Municípios que mais receberam (2023 a 2026)

  1. 1Campo GrandeR$ 1,7 milhão20,7%
  2. 2Bela VistaR$ 900 mil11,1%
  3. 3DouradosR$ 590 mil7,3%

Fonte: Assembleia Legislativa de MS — Portal da Transparência (Emendas Parlamentares, resumo; 2023 do consolidado 2017-2023), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo de Mato Grosso do Sul e a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso do Sul. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩

  4. 4

    Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo de Mato Grosso do Sul e a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso do Sul. ↩

Candidaturas

12 candidaturas · eleito em 2012, 2014 e 2022 · em disputa em 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885