- Publicidade por adesivosR$ 102 mil50,0%
- Serviços contábeisR$ 27 mil13,3%
- Serviços de terceirosR$ 25 mil12,3%
- PessoalR$ 24 mil11,8%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 26 mil12,6%
Zeca do PT (José Orcírio Miranda dos Santos) disputou 11 eleições entre 1982 e 2024, para vice-prefeito, deputado estadual, senador, deputado federal, vereador, governador e prefeito. Ele foi eleito 6 vezes: deputado estadual em 2022 e 1994; deputado federal em 2014; vereador de Campo Grande em 2012; governador em 2002 e 1998. A maior votação foi em 2002, para governador por MS: 581.545 votos. Em 2026, concorre a deputado estadual por MS pelo PT. No Senado Federal, teve R$ 55,9 milhões empenhados em 41 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 51 municípios; 82% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso do Sul, indicou R$ 8,2 milhões em 93 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 36 municípios; 0% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputado estadual por MS, declarou R$ 435 mil em receitas: R$ 250 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 16 mil do Fundo Partidário, R$ 105 mil de outras campanhas, R$ 27 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 38 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 203 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 102 mil), serviços contábeis (R$ 27 mil) e serviços de terceiros (R$ 25 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 849 mil em 2022 e R$ 1,2 milhão em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de José Orcirio Miranda dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Zeca do PT declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: governador por Mato Grosso do Sul em 2010, vereador em Campo Grande (MS) em 2012, deputado federal por Mato Grosso do Sul em 2014, senador por Mato Grosso do Sul em 2018, e deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 435 mil em receitas: R$ 250 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 16 mil do Fundo Partidário, R$ 105 mil de outras campanhas, R$ 27 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 38 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 203 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 102 mil) e serviços contábeis (R$ 27 mil); R$ 112 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 849 mil em gastos; em 2018, 46% dos R$ 1,2 milhão em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
No Senado Federal, Zeca do PT teve R$ 55,9 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 41 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 51 municípios. Já foram pagos R$ 45,7 milhões (82%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (52%). As cidades que mais receberam foram Campo Grande, Antônio João e Ponta Porã.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | R$ 15,4 milhões | R$ 12,7 milhões | 83% | 18 | 6 |
| 2018 | R$ 14,8 milhões | R$ 13,4 milhões | 91% | 7 | 17 |
| 2017 | R$ 12,4 milhões | R$ 11,7 milhões | 95% | 7 | 18 |
| 2016 | R$ 13,2 milhões | R$ 7,5 milhões | 57% | 8 | 21 |
| Total | R$ 55,8 milhões | R$ 45,5 milhões | 81% | 40 | 51 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
Na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso do Sul, Zeca do PT indicou R$ 8,2 milhões em 93 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 36 municípios. Até a coleta na fonte, 0% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Secretaria de Estado de Saúde - SES (41%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Campo Grande, Bela Vista e Dourados. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 8,1 milhões em 92 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 63 mil em 1 emenda.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 2 milhões | R$ 0 | 0% | 32 | 15 |
| 2025 | R$ 3,4 milhões | R$ 0 | 0% | 35 | 21 |
| 2024 | R$ 2,8 milhões | R$ 0 | 0% | 25 | 17 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 8,1 milhões | R$ 0 | 0% | 92 | 35 |
Órgãos que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Assembleia Legislativa de MS — Portal da Transparência (Emendas Parlamentares, resumo; 2023 do consolidado 2017-2023), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
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Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo de Mato Grosso do Sul e a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso do Sul. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo de Mato Grosso do Sul e a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso do Sul. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.