Tetila

Foto de José Laerte Cecilio Tetila
Tetila
José Laerte Cecilio Tetila (nome civil)
9 eleições entre 1994 e 2024 · PT
77 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Superior
redes informadas ao TSE

Tetila (José Laerte Cecílio Tetila) disputou 9 eleições entre 1994 e 2024, para vice-prefeito, 1º suplente, deputado estadual, prefeito, vereador e deputado federal, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 5 vezes: deputado estadual em 2010 e 1998; prefeito de Dourados em 2004 e 2000; vereador de Dourados em 1996. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Dourados/MS: 53.208 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por MS, declarou R$ 779 mil em receitas: R$ 426 mil de outras campanhas, R$ 146 mil de doações privadas (18 doadores), R$ 143 mil de empresas e R$ 64 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 778 mil, principalmente com pessoal (R$ 559 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 97 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 32 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 291 mil, 49% com pessoal.

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Evolução da votação nas eleições

15.459 votos em 2014 · 9 eleições

A votação de José Laerte Cecilio Tetila em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalVereadorDep. EstadualPrefeitoSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 779 mil em receitas · R$ 778 mil em gastos contratados

Tetila declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 779 mil em receitas: R$ 426 mil de outras campanhas, R$ 146 mil de doações privadas (18 doadores), R$ 143 mil de empresas e R$ 64 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 778 mil, principalmente com pessoal (R$ 559 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 97 mil). Em 2010, 49% dos R$ 291 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2014R$ 779 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 778 milcontratados
Gastos em 2010R$ 291 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 779 mil
18 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 55% · pessoas 19% · empresas 18% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 778 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 559 mil71,8%
  • Materiais impressosR$ 97 mil12,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 32 mil4,1%
  • Publicidade por carros de somR$ 26 mil3,3%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 708 lançados como "diversas a especificar"R$ 65 mil8,3%
2010Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 292 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 57% · pessoas 7% · empresas 34% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 291 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 143 mil49,2%
  • Materiais impressosR$ 44 mil15,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 30 mil10,4%
  • Publicidade por carros de somR$ 16 mil5,6%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 358 lançados como "diversas a especificar"R$ 57 mil19,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 2000, 2004 e 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892