Ricardo Fortunato (DEMOCRATA) teve 4.031 votos para deputado estadual por Goiás em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Ricardo Fortunato (Ricardo Fortunato Oliveira) disputou 8 eleições entre 2000 e 2026, para deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Trindade em 2008; vereador de Trindade em 2004. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Trindade/GO: 22.360 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por GO, declarou R$ 90 mil em receitas, de doações privadas (8 doadores). Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 8 mil), locação de imóveis (R$ 4 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 3 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 76 mil em 2022 (43% com publicidade por materiais impressos) e R$ 72 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
4.031 votos em 2026 · 8 eleições
A votação de Ricardo Fortunato Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 90 mil em receitas · R$ 16 mil em gastos contratados
Ricardo Fortunato declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Goiás em 2006, 2022 e 2026, e prefeito em Trindade (GO) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 90 mil em receitas, de doações privadas (8 doadores). Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 8 mil) e locação de imóveis (R$ 4 mil); R$ 7 mil já foram pagos. Em 2022, 43% dos R$ 76 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, R$ 72 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Receitas em 2026R$ 90 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 16 milcontratados, parcial; R$ 7 mil pagos
Gastos em 2022R$ 76 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 30% · pessoas 18% · empresas 28% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 152 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por carros de somR$ 26 mil17,0%
Combustíveis e lubrificantesR$ 22 mil14,1%
PessoalR$ 20 mil13,3%
Serviços de terceirosR$ 20 mil13,1%
Outras 11 categoriasR$ 65 mil42,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.