- PessoalR$ 138 mil56,0%
- Cessão ou locação de veículosR$ 45 mil18,2%
- Materiais impressosR$ 30 mil12,0%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 12 mil4,9%
- Outras 4 categoriasR$ 22 mil8,9%
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Dr. Antonio (SOLIDARIEDADE) ficou como suplente de deputado federal por Goiás em 2026, com 17.857 votos, pelo resultado oficial do TSE. Dr. Antonio (Antônio Carlos Caetano de Moraes) disputou 9 eleições entre 2008 e 2026, para deputado federal, deputado estadual, prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2018 e 2014; vereador de Trindade em 2008. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por GO: 36.683 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, indicou R$ 10,6 milhões em 25 emendas estaduais ao orçamento de 2023, para 15 municípios; 97% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputado federal por GO, declarou R$ 490 mil em receitas: R$ 480 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 74 de outras campanhas e R$ 10 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 247 mil, principalmente com pessoal (R$ 138 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 45 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 30 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 648 mil em 2022 (44% com militância e mobilização de rua) e R$ 274 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Antônio Carlos Caetano de Moraes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dr. Antonio declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: vereador em Trindade (GO) em 2008, deputado estadual por Goiás em 2010, 2014, 2018 e 2022, prefeito em Trindade (GO) em 2016 e 2020, e deputado federal por Goiás em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 490 mil em receitas: R$ 480 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 74 de outras campanhas e R$ 10 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 247 mil, principalmente com pessoal (R$ 138 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 45 mil); R$ 234 mil já foram pagos. Em 2022, 44% dos R$ 648 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2020, 44% dos R$ 274 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, Dr. Antonio indicou R$ 10,6 milhões em 25 emendas estaduais ao orçamento de 2023 (legislatura 2019 a 2022), para 15 municípios. Até a coleta na fonte, 97% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Fundo Estadual de Saude- Fes (60%). As cidades que mais receberam foram 94471, 94234 e 93360.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 10,6 milhões | R$ 10,3 milhões | 97% | 25 | 15 |
Órgãos que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Governo de Goias — Portal da Transparencia / SIOFI (Emendas Parlamentares Impositivas), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo de Goiás e a Assembleia Legislativa do Estado de Goiás. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo de Goiás e a Assembleia Legislativa do Estado de Goiás. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
O voto