- Serviços contábeisR$ 48 mil30,3%
- PessoalR$ 36 mil22,7%
- Militância e mobilização de ruaR$ 30 mil19,1%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 24 mil15,2%
- Outras 3 categoriasinclui R$ 10 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 20 mil12,7%
Roberto Freire (CIDADANIA) teve 1.156 votos para deputado federal pelo Distrito Federal em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Roberto Freire (Roberto João Pereira Freire) disputou 15 eleições entre 1974 e 2026, para deputado federal, 1º suplente senador, vice-presidente, prefeito, senador, presidente e deputado estadual. Ele foi eleito 9 vezes: deputado federal em 2010, 2002, 1990, 1986, 1982 e 1978; 1º suplente senador em 2006; senador em 1994; deputado estadual em 1974. A maior votação foi em 1994, para senador por PE: 815.644 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por DF, declarou R$ 857 mil em receitas: R$ 850 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 158 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 48 mil), pessoal (R$ 36 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 30 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,4 milhão em 2018 e R$ 2 milhões em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Roberto João Pereira Freire em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Roberto Freire declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2010, 2014 e 2018, e deputado federal por Distrito Federal em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 857 mil em receitas: R$ 850 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 158 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 48 mil) e pessoal (R$ 36 mil); R$ 119 mil já foram pagos. Em 2018, R$ 1,4 milhão em gastos; em 2014, R$ 2 milhões em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.