Jarbas

Foto de Jarbas de Andrade Vasconcelos
Jarbas
Jarbas de Andrade Vasconcelos (nome civil)
11 eleições entre 1970 e 2018 · último partido MDB
76 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Deputado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Jarbas (Jarbas de Andrade Vasconcelos) disputou 11 eleições entre 1970 e 2018, para senador, deputado federal, governador e deputado estadual. Ele foi eleito 8 vezes: senador em 2018 e 2006; deputado federal em 2014, 1982 e 1974; governador em 2002 e 1998; deputado estadual em 1970. A maior votação foi em 2002, para governador por PE: 2.064.184 votos. Na campanha de 2018 para senador por PE, declarou R$ 2,3 milhões em receitas: R$ 2,1 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 185 mil de doações privadas (9 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,3 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 909 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 413 mil) e locação/cessão de bens móveis (exceto veículos) (R$ 239 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 milhões em 2014 e R$ 8,3 milhões em 2010.

Senador · 2018
1.430.802
votos · PE
ELEITO
Mandato até 2026
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

1.430.802 votos em 2018 (eleito) · 11 eleições

A votação de Jarbas de Andrade Vasconcelos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalSenadorGovernador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 2,3 milhões em receitas · R$ 2,3 milhões em gastos

Jarbas declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: senador por Pernambuco em 2006 e 2018, governador por Pernambuco em 2010, e deputado federal por Pernambuco em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 2,3 milhões em receitas: R$ 2,1 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 185 mil de doações privadas (9 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,3 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 909 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 413 mil). Em 2014, R$ 2 milhões em gastos contratados; em 2010, 63% dos R$ 8,3 milhões em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

Receitas em 2018R$ 2,3 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 2,3 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 2 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Senador, PernambucoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,3 milhões
9 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 92% · pessoas 8% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 2,3 milhões
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 909 mil38,9%
  • Materiais impressosR$ 413 mil17,7%
  • Locação/cessão de bens móveis (exceto veículos)R$ 239 mil10,2%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 116 mil4,9%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 40 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 130 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 660 mil28,3%
2014Deputado federal, PernambucoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 milhões
34 doadores pessoas físicas
partido 45% · pessoas 9% · empresas 46%
Gasto contratado
R$ 2 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 496 mil25,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 354 mil17,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 277 mil14,0%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 247 mil12,5%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 604 mil30,5%
2010Governador, PernambucoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8,3 milhões
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 42% · pessoas menos de 1% · empresas 57%
Gasto contratado
R$ 8,3 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 5,2 milhões63,4%
  • Materiais impressosR$ 921 mil11,2%
  • PessoalR$ 499 mil6,0%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 437 mil5,3%
  • Outras 14 categoriasR$ 1,2 milhão14,1%
Ver a campanha anterior
2006Senador, PernambucoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,1 milhões
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 2,1 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 2,1 milhões100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

11 candidaturas · eleito em 2006, 2014 e 2018

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892