- Militância e mobilização de ruaR$ 1,8 milhão51,2%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 500 mil14,0%
- Serviços de terceirosR$ 500 mil14,0%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 200 mil5,6%
- Outras 8 categoriasR$ 544 mil15,2%
Celina Leão (PP) foi ao 2º turno da eleição para governadora do Distrito Federal em 2026, com 825.530 votos no 1º turno, pelo resultado oficial do TSE. O 2º turno é em 25 de outubro de 2026. Celina Leão (Celina Leão Hizim Ferreira) disputou 5 eleições entre 2010 e 2026, para governadora, vice-governadora, deputada federal e deputada distrital. Ela foi eleita 4 vezes: vice-governadora em 2022; deputada federal em 2018; deputada distrital em 2014 e 2010. A maior votação foi em 2026, para governadora por DF: 825.530 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 76 milhões empenhados em 21 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023, para 33 municípios; 60% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para governadora por DF, declarou R$ 7,4 milhões em receitas: R$ 4,9 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 milhões do Fundo Partidário, R$ 200 mil de outros recursos do partido e R$ 322 mil de doações privadas (15 doadores). Os gastos contratados somam R$ 3,6 milhões, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 1,8 milhão), impulsionamento de conteúdos (R$ 500 mil) e serviços de terceiros (R$ 500 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2,1 milhões em 2018 (53% com pessoal) e R$ 325 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Celina Leão Hizim Ferreira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Celina Leão declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputada distrital por Distrito Federal em 2010 e 2014, deputada federal por Distrito Federal em 2018, e governadora por Distrito Federal em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 7,4 milhões em receitas: R$ 4,9 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 milhões do Fundo Partidário, R$ 200 mil de outros recursos do partido e R$ 322 mil de doações privadas (15 doadores). Os gastos contratados somam R$ 3,6 milhões, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 1,8 milhão) e impulsionamento de conteúdos (R$ 500 mil); R$ 815 mil já foram pagos. Em 2018, 53% dos R$ 2,1 milhões em gastos contratados foram com pessoal; em 2014, R$ 325 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Celina Leão teve R$ 76 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 21 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023 (legislatura 2019 a 2022), para 33 municípios. Já foram pagos R$ 45,5 milhões (60%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (48%). As cidades que mais receberam foram Pouso Alegre, Poços de Caldas e Muriaé.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 16,1 milhões | R$ 0 | 0% | 1 | 0 |
| 2022 | R$ 4,4 milhões | R$ 0 | 0% | 1 | 0 |
| 2021 | R$ 10,3 milhões | R$ 9,3 milhões | 90% | 4 | 0 |
| 2020 | R$ 13 milhões | R$ 6,7 milhões | 52% | 10 | 33 |
| Total | R$ 43,8 milhões | R$ 16 milhões | 37% | 16 | 33 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.