Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ibaneis Rocha (Ibaneis Rocha Barros Júnior) disputou 2 eleições entre 2018 e 2022, para governador. Ele foi eleito 2 vezes: governador em 2022 e 2018. A maior votação foi em 2018, para governador por DF: 1.042.574 votos. Na campanha de 2022 para governador por DF, declarou R$ 7,1 milhões em receitas: R$ 4,5 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 30 mil do Fundo Partidário, R$ 2,1 milhões de outros recursos do partido e R$ 451 mil de doações privadas (49 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 6,9 milhões, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 2,3 milhões), serviços de terceiros (R$ 1,4 milhão) e publicidade por materiais impressos (R$ 869 mil). Na campanha de 2018, já encerrada, gastou R$ 5,4 milhões.
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Evolução da votação nas eleições
832.633 votos em 2022 (eleito) · 2 eleições
A votação de Ibaneis Rocha Barros Júnior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 7,1 milhões em receitas · R$ 6,9 milhões em gastos
Ibaneis Rocha declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: governador por Distrito Federal em 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 7,1 milhões em receitas: R$ 4,5 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 30 mil do Fundo Partidário, R$ 2,1 milhões de outros recursos do partido e R$ 451 mil de doações privadas (49 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 6,9 milhões, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 2,3 milhões) e serviços de terceiros (R$ 1,4 milhão). Em 2018, R$ 5,4 milhões em gastos.
Receitas em 2022R$ 7,1 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 6,9 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 5,4 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Fundo Partidário 16% · partido 7% · pessoas 16% · próprios 61%
Gasto contratado
R$ 5,4 milhões
tudo pago (100%)
Militância e mobilização de ruaR$ 1,4 milhão25,6%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1,2 milhão22,1%
Materiais impressosR$ 684 mil12,6%
Serviços de terceirosR$ 591 mil10,9%
Outras 15 categoriasinclui R$ 452 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1,6 milhão28,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.