- Transporte ou deslocamentoR$ 426 mil52,5%
- Materiais impressosR$ 95 mil11,7%
- Publicidade por adesivosR$ 82 mil10,1%
- Militância e mobilização de ruaR$ 66 mil8,1%
- Outras 14 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 142 mil17,5%
Wilker Barreto (PSD) foi eleito deputado estadual pelo Amazonas em 2026, com 55.590 votos, pelo resultado oficial do TSE. Wilker Barreto (Maurício Wilker de Azevedo Barreto) disputou 12 eleições entre 2000 e 2026, para deputado estadual, prefeito, vice-prefeito, vereador, governador e deputado federal. Ele foi eleito 6 vezes: deputado estadual em 2026, 2022 e 2018; vereador de Manaus em 2016, 2012 e 2008. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por AM: 55.590 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas, indicou R$ 43,2 milhões em 61 emendas estaduais aos orçamentos de 2024 a 2026, para 27 municípios; 78% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputado estadual por AM, declarou R$ 831 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 379 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 212 mil de doações privadas (68 doadores) e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 811 mil, principalmente com transporte ou deslocamento (R$ 426 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 95 mil) e publicidade por adesivos (R$ 82 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 379 mil em 2024 e R$ 361 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Maurício Wilker de Azevedo Barreto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Wilker Barreto declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: vereador em Manaus (AM) em 2008, 2012 e 2016, deputado federal por Amazonas em 2014, deputado estadual por Amazonas em 2018, 2022 e 2026, e prefeito em Manaus (AM) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 831 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 379 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 212 mil de doações privadas (68 doadores) e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 811 mil, principalmente com transporte ou deslocamento (R$ 426 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 95 mil); R$ 295 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 379 mil em gastos; em 2022, R$ 361 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas, Wilker Barreto indicou R$ 43,2 milhões em 61 emendas estaduais aos orçamentos de 2024 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 27 municípios. Até a coleta na fonte, 78% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Fes (67%). As cidades que mais receberam foram Santo Antônio do Içá, Anori e São Paulo de Olivença.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 18,4 milhões | R$ 9,2 milhões | 50% | 28 | 20 |
| 2025 | R$ 13,3 milhões | R$ 13,3 milhões | 100% | 19 | 10 |
| 2024 | R$ 11,4 milhões | R$ 11,3 milhões | 99% | 14 | 9 |
| Total | R$ 43,2 milhões | R$ 33,8 milhões | 78% | 61 | 27 |
Órgãos que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM) / SEFAZ-AM — Emendas Parlamentares ao Orcamento Estadual, organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo do Amazonas e a Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo do Amazonas e a Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.