- Materiais impressosR$ 102 mil24,8%
- Publicidade por adesivosR$ 80 mil19,4%
- Militância e mobilização de ruaR$ 69 mil16,7%
- Serviços advocatíciosR$ 50 mil12,1%
- Outras 6 categoriasR$ 112 mil27,1%
Segundo o Radar do Voto, Professora Jacqueline (UNIÃO) ficou como suplente de deputada estadual pelo Amazonas em 2026, com 10.064 votos, pelo resultado oficial do TSE. Professora Jacqueline (Maria Jacqueline Coelho Pinheiro) disputou 8 eleições entre 2008 e 2026, para deputada estadual, vereadora e vice-governadora. Ela foi eleita 4 vezes: vereadora de Manaus em 2024, 2020, 2016 e 2012. A maior votação foi em 2022, para deputada estadual por AM: 14.729 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por AM, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 628 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 172 mil do Fundo Partidário, R$ 200 mil de outras campanhas, R$ 68 mil de doações privadas (24 doadores) e R$ 27 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 413 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 102 mil), publicidade por adesivos (R$ 80 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 69 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 538 mil em 2024 (54% com pessoal) e R$ 880 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Maria Jacqueline Coelho Pinheiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Professora Jacqueline declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereadora em Manaus (AM) em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024, e deputada estadual por Amazonas em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 628 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 172 mil do Fundo Partidário, R$ 200 mil de outras campanhas, R$ 68 mil de doações privadas (24 doadores) e R$ 27 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 413 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 102 mil) e publicidade por adesivos (R$ 80 mil); R$ 238 mil já foram pagos. Em 2024, 54% dos R$ 538 mil em gastos foram com pessoal; em 2022, 41% dos R$ 880 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.