- Serviços de terceirosR$ 965 mil37,8%
- Publicidade por adesivosR$ 580 mil22,8%
- Materiais impressosR$ 326 mil12,8%
- Publicidade por carros de somR$ 226 mil8,8%
- Outras 12 categoriasR$ 454 mil17,8%
Robinson Faria (PP) ficou como suplente de deputado federal pelo Rio Grande do Norte em 2026, com 123.008 votos, pelo resultado oficial do TSE. Robinson Faria (Robinson Mesquita de Faria) disputou 9 eleições entre 1994 e 2026, para deputado federal, governador, vice-governador e deputado estadual. Ele foi eleito 7 vezes: deputado federal em 2022; governador em 2014; vice-governador em 2010; deputado estadual em 2006, 2002, 1998 e 1994. A maior votação foi em 2014, para governador por RN: 877.268 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 118,8 milhões empenhados em 27 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026, para 56 municípios; 88% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por RN, declarou R$ 2,8 milhões em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 2,6 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 965 mil), publicidade por adesivos (R$ 580 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 326 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,7 milhão em 2022 (43% com serviços de terceiros) e R$ 5,4 milhões em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Robinson Mesquita de Faria em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Robinson Faria declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Norte em 2006, vice-governador por Rio Grande do Norte em 2010, governador por Rio Grande do Norte em 2014 e 2018, e deputado federal por Rio Grande do Norte em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,8 milhões em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 2,6 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 965 mil) e publicidade por adesivos (R$ 580 mil); R$ 1,4 milhão já foram pagos. Em 2022, 43% dos R$ 1,7 milhão em gastos foram com serviços de terceiros; em 2018, 41% dos R$ 5,4 milhões em gastos contratados foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Robinson Faria teve R$ 118,8 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 27 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 56 municípios. Já foram pagos R$ 105,1 milhões (88%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (47%). As cidades que mais receberam foram Ceará-Mirim, Assú e Pureza.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 30,2 milhões | R$ 26,5 milhões | 88% | 4 | 29 |
| 2025 | R$ 39,6 milhões | R$ 31,2 milhões | 79% | 9 | 38 |
| 2024 | R$ 36,4 milhões | R$ 35,8 milhões | 98% | 14 | 25 |
| Total | R$ 106,2 milhões | R$ 93,4 milhões | 88% | 27 | 56 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.