Rosalba Ciarlini

Foto de Rosalba Ciarlini Rosado
Rosalba Ciarlini
Rosalba Ciarlini Rosado (nome civil)
7 eleições entre 1994 e 2020 · último partido PP
68 anos em 2020 · Feminino · Superior completo
Médico
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Rosalba Ciarlini (Rosalba Ciarlini Rosado) disputou 7 eleições entre 1994 e 2020, para prefeita, governadora, senadora e vice-governadora. Ela foi eleita 5 vezes: prefeita de Mossoró em 2016, 2000 e 1996; governadora em 2010; senadora em 2006. A maior votação foi em 2010, para governadora por RN: 813.813 votos. Na campanha de 2020 para prefeita em Mossoró/RN, declarou R$ 953 mil em receitas: R$ 456 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 240 mil do Fundo Partidário, R$ 179 mil de doações privadas (31 doadores) e R$ 79 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 930 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 295 mil), serviços de terceiros (R$ 218 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 91 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,3 milhão em 2016 (44% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 5,6 milhões em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

59.034 votos em 2020 · 7 eleições

A votação de Rosalba Ciarlini Rosado em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoSenadorGovernador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 953 mil em receitas · R$ 930 mil em gastos

Rosalba Ciarlini declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: senadora por Rio Grande do Norte em 2006, governadora por Rio Grande do Norte em 2010, e prefeita em Mossoró (RN) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 953 mil em receitas: R$ 456 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 240 mil do Fundo Partidário, R$ 179 mil de doações privadas (31 doadores) e R$ 79 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 930 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 295 mil) e serviços de terceiros (R$ 218 mil). Em 2016, 44% dos R$ 1,3 milhão em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2010, 63% dos R$ 5,6 milhões em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2020R$ 953 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 930 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 1,3 milhãocontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeita, Mossoró (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 953 mil
31 doadores pessoas físicas
FEFC 48% · Fundo Partidário 25% · pessoas 19% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 930 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 295 mil31,7%
  • Serviços de terceirosR$ 218 mil23,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 91 mil9,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 83 mil8,9%
  • Outras 8 categoriasR$ 243 mil26,1%
2016Prefeita, Mossoró (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 721 mil
65 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
Fundo Partidário 14% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 86%
Gasto contratado
R$ 1,3 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 583 mil43,6%
  • Serviços de terceirosR$ 168 mil12,5%
  • Materiais impressosR$ 156 mil11,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 112 mil8,4%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 30 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 84 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 319 mil23,9%
2010Governadora, Rio Grande do NorteVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5,6 milhões
46 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 65% · pessoas 6% · empresas 29% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 5,6 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 3,6 milhões63,0%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 855 mil15,1%
  • Materiais impressosR$ 748 mil13,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 33 mil0,6%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 455 mil8,1%
Ver a campanha anterior
2006Senadora, Rio Grande do NorteVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 767 mil
4 doadores pessoas físicas
partido 65% · pessoas 2% · empresas 31% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 767 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 197 mil25,7%
  • Materiais impressosR$ 167 mil21,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 110 mil14,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 51 mil6,6%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 114 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 242 mil31,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleita em 2006, 2010 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892