- Materiais impressosR$ 603 mil32,5%
- PessoalR$ 536 mil28,9%
- Publicidade por adesivosR$ 244 mil13,1%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 180 mil9,7%
- Outras 11 categoriasR$ 291 mil15,7%
Hugo Leal (PSD) ficou como suplente de deputado federal pelo Rio de Janeiro em 2026, com 57.557 votos, pelo resultado oficial do TSE. Hugo Leal (Hugo Leal Melo da Silva) disputou 8 eleições entre 2002 e 2026, para deputado federal, vice-prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: deputado federal em 2022, 2018, 2014, 2010 e 2006. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por RJ: 112.789 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 245,3 milhões empenhados em 144 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 149 municípios; 84% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por RJ, declarou R$ 1,8 milhão em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 231 mil de doações privadas (14 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,9 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 603 mil), pessoal (R$ 536 mil) e publicidade por adesivos (R$ 244 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2,5 milhões em 2022 e R$ 1,9 milhão em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Hugo Leal Melo da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Hugo Leal declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado federal por Rio de Janeiro em 2006, 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,8 milhão em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 231 mil de doações privadas (14 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,9 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 603 mil) e pessoal (R$ 536 mil); R$ 876 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 2,5 milhões em gastos contratados; em 2018, R$ 1,9 milhão em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Hugo Leal teve R$ 245,3 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 144 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 149 municípios. Já foram pagos R$ 205 milhões (84%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (50%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Rio de Janeiro, Petrópolis e Duque de Caxias. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 113,8 milhões em 31 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 77,2 milhões em 49 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 54,3 milhões em 64 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 35,9 milhões | R$ 29,1 milhões | 81% | 9 | 30 |
| 2025 | R$ 39,8 milhões | R$ 25,6 milhões | 64% | 11 | 34 |
| 2024 | R$ 37,9 milhões | R$ 37,3 milhões | 99% | 11 | 13 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 113,5 milhões | R$ 92,1 milhões | 81% | 31 | 58 |
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.