Indio declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Rio de Janeiro em 2006 e 2014, vice-presidente em 2010, prefeito em Rio de Janeiro (RJ) em 2016, e governador por Rio de Janeiro em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 3,8 milhões em receitas: R$ 3,5 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 330 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 3,5 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 644 mil) e serviços de terceiros (R$ 471 mil). Em 2016, R$ 1,2 milhão em gastos contratados; em 2014, R$ 2,8 milhões em gastos contratados.
Receitas em 2018R$ 3,8 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 3,5 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 1,2 milhãocontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2018
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
- Fundo Eleitoral (FEFC)
- Fundo Partidário
- Outros recursos do partido e de outras campanhas
- Doações de pessoas (inclui vaquinha)
- Empresas (até 2014)
- Recursos próprios
Arrecadado
R$ 3,8 milhões
4 doadores pessoas físicas
FEFC 91% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 9%
Gasto contratado
R$ 3,5 milhões
tudo pago (100%)
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 644 mil18,5%
- Serviços de terceirosR$ 471 mil13,6%
- Materiais impressosR$ 345 mil9,9%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 165 mil4,8%
- Outras 13 categoriasinclui R$ 977 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 400 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 1,8 milhão53,2%
Arrecadado
R$ 1,2 milhão
18 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 61% · partido 2% · pessoas 37% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,2 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
- Materiais impressosR$ 218 mil18,9%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 112 mil9,7%
- Serviços de terceirosR$ 18 mil1,5%
- Publicidade por adesivosR$ 11 mil0,9%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 726 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 55 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 794 mil68,9%
Arrecadado
R$ 2,8 milhões
16 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 66% · pessoas 17% · empresas 17%
Gasto contratado
R$ 2,8 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 719 mil25,4%
- PessoalR$ 393 mil13,9%
- Materiais impressosR$ 283 mil10,0%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 124 mil4,4%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 72 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 1,2 milhão doados a outros candidatos e partidosR$ 1,3 milhão46,3%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Vice-presidente
Arrecadado
R$ 5,2 milhões
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 16% · pessoas 9% · empresas 74% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
Arrecadado
R$ 839 mil
24 doadores pessoas físicas
pessoas 52% · empresas 48%
Gasto contratado
R$ 814 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Materiais impressosR$ 170 mil20,9%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 151 mil18,6%
- Despesas postaisR$ 85 mil10,4%
- PessoalR$ 79 mil9,7%
- Outras 16 categoriasinclui R$ 32 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 328 mil40,4%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
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