Fernando Melo (PODE) teve 266 votos para deputado federal pelo Acre em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Fernando Melo (Fernando Melo da Costa) disputou 7 eleições entre 2002 e 2026, para deputado federal, vereador, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: deputado federal em 2006; deputado estadual em 2002. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por AC: 18.385 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Rio Branco/AC, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 4 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com criação e inclusão de páginas na internet (R$ 2 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 650). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 327 mil em 2018 (67% com pessoal) e R$ 293 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
266 votos em 2026 · 7 eleições
A votação de Fernando Melo da Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 7 mil em receitas · R$ 4 mil em gastos
Fernando Melo declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Acre em 2006, 2010 e 2018, prefeito em Rio Branco (AC) em 2012, e vereador em Rio Branco (AC) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 4 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com criação e inclusão de páginas na internet (R$ 2 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1 mil). Em 2018, 67% dos R$ 327 mil em gastos foram com pessoal; em 2012, 58% dos R$ 293 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.
Gastos em 2020R$ 4 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 11% · pessoas 39% · empresas 35% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 167 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Combustíveis e lubrificantesR$ 35 mil20,8%
Eventos de promoção da candidaturaR$ 21 mil12,7%
Locação/cessão de bens móveisR$ 17 mil10,4%
Transporte ou deslocamentoR$ 17 mil9,9%
Outras 16 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 77 mil46,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2002ELEITO3.829GAC · 44 anos · Superior completo · Advogado · PT · nº 13999 · ver resultado completo
Coligação: PT / PC do B / PMN
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.