- Serviços de terceirosR$ 204 mil38,5%
- Serviços advocatíciosR$ 90 mil17,0%
- Cessão ou locação de veículosR$ 81 mil15,3%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 71 mil13,5%
- Outras 6 categoriasR$ 83 mil15,7%
Perpétua Almeida (PCDOB) foi eleita deputada federal pelo Acre em 2026, com 15.800 votos, pelo resultado oficial do TSE. Perpétua Almeida (Maria Perpétua Almeida) disputou 8 eleições entre 2000 e 2026, para deputada federal, senadora e vereadora. Ela foi eleita 6 vezes: deputada federal em 2026, 2018, 2010, 2006 e 2002; vereadora de Rio Branco em 2000. A maior votação foi em 2014, para senadora por AC: 136.706 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 82,6 milhões empenhados em 51 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023, para 41 municípios; 88% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputada federal por AC, declarou R$ 2,6 milhões em receitas: R$ 2,3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 204 mil do Fundo Partidário e R$ 83 mil de doações privadas (10 doadores). Os gastos contratados somam R$ 530 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 204 mil), serviços advocatícios (R$ 90 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 81 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 2,1 milhões em 2022 (40% com serviços de terceiros) e R$ 905 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Maria Perpetua de Almeida em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Perpétua Almeida declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputada federal por Acre em 2006, 2010, 2018, 2022 e 2026, e senadora por Acre em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,6 milhões em receitas: R$ 2,3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 204 mil do Fundo Partidário e R$ 83 mil de doações privadas (10 doadores). Os gastos contratados somam R$ 530 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 204 mil) e serviços advocatícios (R$ 90 mil); R$ 435 mil já foram pagos. Em 2022, 40% dos R$ 2,1 milhões em gastos foram com serviços de terceiros; em 2018, 50% dos R$ 905 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Perpétua Almeida teve R$ 82,6 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 51 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023 (legislatura 2019 a 2022), para 41 municípios. Já foram pagos R$ 72,3 milhões (88%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (50%). As cidades que mais receberam foram Rio Branco, Anápolis e Cruzeiro do Sul.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 32,1 milhões | R$ 27,6 milhões | 86% | 9 | 25 |
| 2022 | R$ 18,4 milhões | R$ 17,3 milhões | 94% | 6 | 11 |
| 2021 | R$ 16,3 milhões | R$ 14,3 milhões | 88% | 11 | 9 |
| 2020 | R$ 15,8 milhões | R$ 13,6 milhões | 86% | 25 | 12 |
| Total | R$ 82,6 milhões | R$ 72,7 milhões | 88% | 51 | 41 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.