Senador · 2026

Trocar de eleição: ano e cargo

Ano da eleição

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

GCargo em 2026

Em 2026, em Rondônia, foram eleitos para o Senado Dr. Fernando Máximo (PL) e Bruno Scheid (PL).

Aptos1.265.008
Compareceram990.313
Abstenções274.695
Brancos82.933
Nulos112.479
Válidos1.759.898

Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.

3 cadeiras no Senado Federal: a Casa inteira, somando 1 eleitas em 2022 e 2 eleitas em 2026.

PLPartido Liberal3100,00%

Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.

Votação por partido (todos, inclusive quem não elegeu)

Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira.

PLPartido Liberal1.338.5133 cadeiras
1.338.513 nominais
REPUBLICANOSREPUBLICANOS470.957sem cadeira
470.957 nominais
PPProgressistas408.081sem cadeira
408.081 nominais
PSDPartido Social Democrático107.683sem cadeira
107.683 nominais
PTPartido dos Trabalhadores96.391sem cadeira
96.391 nominais
PDTPartido Democrático Trabalhista72.490sem cadeira
72.490 nominais
PMB7.617sem cadeira
7.617 nominais
MISSÃOPartido Missão7.594sem cadeira
7.594 nominais
AGIR3.788sem cadeira
3.788 nominais
PVPartido Verde3.202sem cadeira
3.202 nominais
Eleição Geral2026SenadorRondônia (RO)

Clique em um candidato para ver o histórico de candidaturas dele.

Uma candidatura desta lista teve a votação apurada pelo TSE fora do total de votos válidos: é assim que o TSE publica a votação de candidatura cujo registro não constava como deferido nos dados do TSE. A decisão pode ter mudado depois, e daqui não há como saber. Ela aparece com os votos, porque os votos existiram, e sem percentual, porque essa votação não está no denominador. É também por isso que os percentuais das demais não somam 100%.

Nesta eleição cada unidade da federação escolheu DOIS senadores. O Senado Federal não se renova por inteiro: a cada quatro anos vai a voto um terço das cadeiras (uma por estado) e, quatro anos depois, dois terços (duas por estado). Nos anos de duas vagas o eleitor votava em dois nomes diferentes, e é por isso que a soma dos votos supera o número de eleitores que compareceram: em 2010 foram 173.007.018 votos válidos para 111.038.684 comparecimentos. Não é erro de contagem nem soma repetida: um mesmo comparecimento produziu até dois votos válidos. Nos anos de uma vaga a relação volta ao normal e os válidos ficam abaixo do comparecimento, porque brancos, nulos e abstenções saem da conta.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892