G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Em 1970, na Guanabara, foram eleitos para o Senado Nelson Carneiro (MDB), Benjamin Farah (MDB) e Danton Jobim (MDB).
3 cadeiras no Senado Federal, todas de um único partido.
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.
Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira.
Clique em um candidato para ver o histórico de candidaturas dele.
Mostrando 6 de 6. O número à esquerda é a posição na votação.
Esta unidade elegeu TRÊS senadores nesta eleição, e não as duas cadeiras da renovação de dois terços: as três cadeiras que cada estado tem no Senado Federal foram preenchidas de uma vez. Por isso a lista traz três eleitos, e não dois como nas demais unidades do mesmo ano.
Nestas eleições concorreram apenas dois partidos: a ARENA e o MDB. O quadro partidário anterior foi extinto pelo Ato Institucional nº 2, de 1965, e o Ato Complementar nº 4 estabeleceu que só duas organizações poderiam registrar candidatos. O pluripartidarismo foi restabelecido pela reforma de 1979, e esta base registra 5 partidos em 1982 e 29 em 1986.
A Guanabara existiu de 1960 a 1975: era o antigo Distrito Federal, que virou estado quando a capital mudou para Brasília. Foi fundida ao estado do Rio de Janeiro em 1975. A unidade aparece aqui porque esta base é fiel à divisão político-administrativa vigente em cada eleição.